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Rapidinhas do Tricolor: Ceni viaja porque ‘dor alimenta vitória’

Por Da Redação 15 nov 2011, 18h51

Empurra com a barriga: Leão diz que nem cogitou viajar com três goleiros para Curitiba. Rogério Ceni participou de todo o treino e, apesar de ainda sentir incômodo no tornozelo esquerdo, não deve ser desfalque novamente nesta temporada. ‘Em fim do ano, não se pergunta a um jogador se ele sente dor. É aí que vem o espírito. Não dá para jogar sem dor, e a dor alimenta a vitória porque é superação.’

Sem cortes: Além de Luis Fabiano, suspenso, o técnico também não pôde contar com João Filipe, Rodrigo Caio, Henrique Miranda e Cañete, machucados, e Piris, na seleção paraguaia. Por isso, o treinador relacionou apenas 18 atletas para viajar ao Paraná, exatamente 11 titulares e sete que ficarão no banco de reservas.

Sobrinho faz-tudo: Único auxiliar trazido por Emerson Leão, o técnico usa Fernando, seu sobrinho, para cuidar de todos os mínimos detalhes envolvendo seu treinamento. Durante o coletivo, por exemplo, ele enfrentou chuva andando pelo campo do CCT da Barra Funda para recolocar todos os tufos soltos por divididas.

Pode confiar, amigo: Leão não quis criar nenhuma polêmica ao saber que Antônio Lopes conta como certa a vitória nesta quarta-feira. ‘Se eu fosse presidente do clube e ele falasse o contrário, o mandaria embora. Se ele contar que perde em casa, está perdido’, sorriu o ex-goleiro, que se diz amigo do técnico do Atlético-PR há três décadas.

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