Quem sobreviveu ao desastre e quem afundou junto com a seleção brasileira
Sexta eliminação consecutiva na Copa do Mundo foi marcada por vexames e surpresas
A despedida da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2026 nesse domingo, 5, encerrou a era Neymar e escancarou esta geração como a mais fracassada do país na história dos Mundiais – mas nem tudo virou junto com a canoa verde e amarela. A VEJA separou alguns sobreviventes e apontou outros que afundaram com a onda norueguesa.
Foram mal
- Neymar – Lesionado, jogou poucos minutos e terminou a Copa com um dos gestos mais vergonhosos da Copa, ao provocar o goleiro da Noruega;
- Ancelotti – Cedeu às pressões, convocou mal e errou nas últimas substituições;
- Samir Xaud – Se envolveu em polêmicas externas em meio ao Mundial;
- Casemiro – Mesmo com o gol, já não tem o mesmo preparo físico e errou muito na recomposição;
- Alisson – Falhou e demonstrou falta de ritmo;
- Igor Thiago – Perdeu gols importantes e escancarou deficiências;
- Raphinha – Não jogou bem, trouxe polêmicas externas e voltou a falar besteiras.
Foram bem
- Vinícius Jr. – Mesmo não tendo batido o pênalti, fez quatro gols e foi o principal nome do ataque;
- Rayan – Aos 19 anos, virou titular e assumiu a responsabilidade com muita categoria;
- Matheus Cunha – Fez três gols e cumpriu o difícil papel de meia-atacante no esquema tático de Ancelotti;
- Bruno Guimarães – Apesar do pênalti perdido, deu quatro assistências;
- Fabinho – Entrou bem sempre que foi requisitado, atuando melhor que o titular Casemiro em vários momentos;
- Douglas Santos – Aos 32 anos, trouxe segurança para a lateral-esquerda;
- Endrick – Apesar do gol perdido contra a Noruega, trouxe mobilidade e energia para o ataque. Também foi acolhido pelo grupo após pressão da torcida.
EM UM SÓ LUGAR







