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Quase 30 anos depois, Sport tira remendos e reforma o gramado da Ilha

Neste domingo, um dia após a festa da vitória por 3 a 0 sobre o Paraná, placar que colocou o Sport de volta ao G-4 do Campeonato Brasileiro da Série B, o gramado do palco – o estádio da Ilha do Retiro – começou a ser retirado, dando início à fase de mudança completa do terreno.

Esse processo inicial de retirada deve durar pouco mais de 20 dias, o que coincide com a data em que a nova grama chegará do Rio Grande do Norte e será instalada. O detalhe é que essa nova grama é de rolos, e não mais de placas.

São justamente as placas que vinham sendo criticadas por quem atuava na Ilha do Retiro já que desde 1982, data da última reforma completa do gramado, as partes danificadas eram simplesmente trocadas por outras que, às vezes, não tinham nem a mesma coloração da anterior.

Esse fato foi notado durante a disputa da Copa Libertadores de 2009, quando Sérgio do Prado, diretor administrativo do Palmeiras, clube que ia atuar diante do Sport na Ilha do Retiro, falou à Rádio Record sobre as condições do gramado: ‘O campo está irregular, são dez tipos de gramas diferentes, existem ondulações e buracos cobertos com areia e pintados de verde’.

O valor de R$ 250 mil para troca da grama é equivalente ao que o clube gastou em 1982 quando, além do palco, a capacidade da Ilha do Retiro foi aumentada em 50%. O tempo de conclusão da obra é de aproximadamente 50 dias.

A reestreia do estádio do Sport será no dia 18 de janeiro, quando o Sport recebe o Araripina pelo Campeonato Pernambucano. Quando perguntado se a obra não será inútil, já que o clube pretende construir outra arena em 2012, o presidente Gustavo Dubeux garantiu que, caso o novo estádio saia do papel, o gramado irá para o CT José Médicis, em Paulista.