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Quando Pelé vendia imóveis – e Senna anunciava poupança

Propagandas estreladas por grandes ídolos do esporte são lembradas até hoje

Por Da Redação 6 Maio 2012, 15h00

Em muitos casos, o produto já até deixou de existir, mas o consumidor ainda lembra do ídolo no comercial

Com a programação esportiva na TV brasileira em crescimento, aumenta também a produção de comerciais dedicados a ocupar os intervalos dessa programação. Para atrair a atenção dos espectadores desse tipo de atração, nada melhor que convocar os próprios protagonistas do espetáculo. Neymar, por exemplo, já soma onze contratos publicitários. Faz propagandas para o Guaraná Antarctica, para os carros da Volkswagen, para as meias e cuecas Lupo e até para o Tenys Pé Baruel. A estratégia de contratar ídolos dos gramados, das quadras e das pistas para rechear os anúncios da programação esportiva, porém, não é nova. Todos os grandes nomes do esporte brasileiro protagonizaram campanhas publicitárias desse tipo. Alguns, como Pelé e Gerson, em filmes mais inusitados, divulgando imóveis ou cigarros; outros mais recentes, como Ronaldo e Romário, ajudando a vender o produto que costuma ser mais ligado ao torcedor: a cerveja. Vários desses anúncios acabaram virando clássicos da TV – e, para sorte dos anunciantes, são lembrados até hoje pelo consumidor brasileiro (ainda que, em muitos casos, o próprio produto já tenha deixado de existir, como o Kichute de Zico, o Atari de Pelé e o Banco Nacional de Senna). Essa estratégia de marketing, porém, pode sofrer uma restrição: conforme revela o Radar on-line neste domingo, um projeto em tramitação no Congresso tenta vetar a participação de esportistas em propagandas de bebidas alcoólicas.

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