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Presidente do Bahia enumera xingamentos a árbitro e vai à CBF

<p>Via Twitter, o presidente do Bahia não poupou críticas à arbitragem do sergipano Cláudio Francisco Lima e Silva na derrota por 3 a 1 diante do Grêmio, neste domingo, e prometeu tomar providências junto à CBF. As principais reclamações do clube por meio de seu mandatário são a respeito de um gol mal anulado de […]</p>

Por Da Redação Atualizado em 11 jan 2022, 22h44 - Publicado em 5 ago 2012, 20h23

Via Twitter, o presidente do Bahia não poupou críticas à arbitragem do sergipano Cláudio Francisco Lima e Silva na derrota por 3 a 1 diante do Grêmio, neste domingo, e prometeu tomar providências junto à CBF. As principais reclamações do clube por meio de seu mandatário são a respeito de um gol mal anulado de Fahel, um de Souza pelo time gaúcho que foi validado pela arbitragem e a não expulsão de Kleber, que deu entrada violenta no goleiro Marcelo Lomba.

‘Esse juiz desqualificado, vagabundo, fdp, descarado! Não pode apitar mais jogo nenhum. Nem do Bahia nem de nenhum outro clube’, reclamou Marcelo Guimarães Filho, que ainda prometeu providências. ‘Amanhã vou ao Rio de Janeiro procurar Marin (presidente da CBF), Sérgio (Corrêa), presidente da comissão de arbitragem. Os juízes não podem tirar mais seis pontos do Bahia’, disse, em referência ao duelo contra o Flamengo.

Toda a revolta do presidente do clube foi compartilhada com os jogadores e também com o técnico Caio Júnior. Pela primeira vez no comando de um clube nordestino, o treinador diz que seus jogadores estavam chorando no vestiário após a derrota e que é a primeira vez que ele sente na pele os erros de arbitragem.

‘Nunca tinha trabalhando no Nordeste e talvez não tinha sentido isso na pele. Como é que o árbitro sai de Sergipe para apitar no Rio Grande do Sul? Me revolta, porque você quer o bem. Tem jogadores chorando dentro do vestiário. Não é fácil ser treinador. Eles são pais de família e defendem uma grande agremiação que é o Bahia. Ser sério e honesto no Brasil não é fácil. Essa revolta tem que chegar ao torcedor. O torcedor não pode vaiar nosso jogador, porque é o nosso jogador. Quem mais sofre com o rebaixamento é o torcedor’, disse Caio Júnior, mantendo o tom de protesto.

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