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Ponte busca final histórica; o São Paulo, virada improvável

Semifinal em Mogi tem clube do interior com boa vantagem após vitória na ida

Por Da Redação 27 nov 2013, 06h59

A Ponte Preta está muito perto de fazer história. Às 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, a equipe de Campinas, que venceu por 3 a 1 o jogo de ida, pode até perder por 2 a 0 para o São Paulo para chegar à decisão inédita da Copa Sul-Americana. O jogo será no Estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim, e não no Moisés Lucarelli, porque a Conmebol fez valer a exigência – estabelecida no regulamento da competição desde o início – de capacidade mínima para 20 000 espectadores na semifinal. O clube do interior não conseguiu comprovar essa capacidade com laudos técnicos e, assim, terá de jogar fora de seus domínios. A ótima vantagem conquistada na ida, no Morumbi, serve de consolo.

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O embalo da Ponte no torneio é completamente o oposto do que a equipe vive no Campeonato Brasileiro, em que depende de duas vitórias e mais uma combinação de resultados para não ser rebaixada mais uma vez à segunda divisão. Ainda assim, a torcida está do lado da equipe e promete tomar Mogi nesta quarta. A diretoria disponibilizou gratuitamente 100 ônibus para seus torcedores – muitos dos quais compareceram também ao Morumbi, na semana passada, e fizeram muito barulho na ótima vitória da equipe, que voltou para Campinas com uma enorme vantagem para esta quarta. Vantagem que os são-paulinos não são capazes de minimizar, mas acham que não é insuperável.

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“Antes do primeiro jogo, todos apontavam que o São Paulo iria ganhar, mas futebol é dentro do campo, onze contra onze. Contra o Cruzeiro, no Mineirão, no Campeonato Brasileiro, todos falaram que iríamos tomar uma surra, mas ganhamos. Torcida não entra em campo. Quem estiver melhor no dia vai sair vencedor”, afirmou Maicon. Presente no título de 2012, o meia será um dos titulares de Muricy Ramalho, embora o treinador, como de costume, não tenha liberado o acesso da imprensa no último treino antes da semifinal. Apesar disso, avisou que a escalação deve ser a mesma do empate com o Botafogo, no fim de semana – com Luis Fabiano entre os reservas, portanto.

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Deixar o atacante no banco significa comprar uma briga que quase ninguém comprou no São Paulo. Mesmo não sendo mais uma unanimidade entre os são-paulinos, Luis Fabiano teve seu nome gritado no segundo tempo da primeira partida – e, ao entrar, jogou muito melhor do que Aloísio e Ademilson, dos quais atualmente é suplente. Na Ponte, a principal dúvida é o goleiro Roberto, que machucou o músculo adutor da coxa direita nos minutos finais do primeiro duelo e nem sequer entrou em campo diante do Grêmio. Se ele for vetado, o técnico Jorginho deve escalar Edson Bastos, que já teve a chance de jogar no fim da partida no Morumbi. O vencedor pega na final quem passar no duelo entre Lanús e Libertad.

(Com agência Gazeta Press)

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