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Polícia investiga tumulto antes de clássico em Prudente

Por Da Redação 29 ago 2011, 17h02

Por Sandro Villar

Presidente Prudente – A Polícia Militar avisou nesta segunda-feira que poderá expulsar o atirador que feriu dois torcedores do Palmeiras, no domingo, se ele for integrante da corporação. A PM, contudo, também avalia a possibilidade de os tiros terem sido disparados por membros da torcida rival no tumulto ocorrido perto do Estádio Prudentão, antes do clássico com o Corinthians.

Nesta segunda-feira, policiais militares encontraram duas cápsulas deflagradas nos arredores do estádio. “São cápsulas deflagradas de munição real, estavam perto do estádio, no local onde a Polícia Militar interveio para evitar o confronto entre as torcidas rivais (organizadas do Palmeiras e do Corinthians). O tumulto se deu em razão da aproximação de alguns corintianos”, afirmou o tenente Thiago César, porta-voz da PM no Oeste Paulista.

Peritos examinam os cartuchos. “Queremos saber se essas cápsulas têm relação com os ferimentos que os torcedores apresentam”, explicou o porta-voz, lembrando que as vítimas passarão por exame de corpo de delito. Segundo ele, a tropa saiu do quartel levando apenas balas de borracha como munição.

Se algum policial, no entanto, atirou com bala real, será punido. “Se ficar constatada a participação de PMs, eles vão responder pelo crime militar que cometeram”, avisou. O porta-voz não falou em expulsão, mas a medida não é descartada. “Depende do crime”, resumiu. O prazo para a conclusão do inquérito, aberto no domingo, é de 40 dias. A Polícia Civil também investiga o caso.

Já os dois torcedores palmeirenses feridos continuam internados no Hospital Regional de Presidente Prudente. Roberto Vieira de Castro Filho, de 21 anos, morador de Itapetininga, está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com perfuração na bacia e na barriga. Seu estado é grave, segundo boletim médico.

Lucas Alves Lezo, de 21 anos, levou um tiro na perna esquerda e não corre risco de morte. O Palmeiras vai ajudar os familiares das vítimas, segundo Sérgio do Prado, gerente de futebol do clube. Ele passou a segunda-feira em Presidente Prudente.

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