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PM pede desculpas a criança palmeirense: ‘Faltou bom senso’

Maria Eduarda, de sete anos, foi proibida de entrar no estádio por estar com rosto pintado. PM admitiu que criança não oferecia qualquer risco

Por da redação 22 nov 2016, 09h28

A Polícia Militar de São Paulo se manifestou oficialmente nesta segunda-feira sobre o caso de Maria Eduarda, a torcedora palmeirense de sete anos que foi proibida de entrar no Allianz Parque com o rosto pintado. A PM admitiu que “faltou bom senso” ao policial e pediu desculpas à menina, que teve que lavar o rosto para assistir à vitória do Palmeiras sobre o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

  • Maria Eduarda foi impedida de entrar com o rosto pintado porque existe uma norma que proíbe os torcedores de entrar com o rosto coberto, “seja por meio de pintura, máscara ou outro meio que dificulte a identificação de pessoas pelas câmeras de segurança”. O caso gerou enorme repercussão nas redes sociais e levantou uma discussão sobre o rigor da regra.

    Na noite desta segunda-feira, a PM admitiu que a liberação da menina não representaria nenhum risco ao espetáculo. Abaixo, a nota oficial da Polícia Militar de São Paulo:

    A Polícia Militar informa que, embora exista efetivamente a proibição de adentrar ao estádio com o rosto coberto, seja por meio de pintura, máscara ou outro meio que dificulte a identificação de pessoas pelas câmeras de segurança, a avaliação do Comando da PM é que faltou bom senso ao policial que impediu a entrada de uma criança, que risco nenhum poderia oferecer à segurança do evento. Estão sendo adotados procedimentos para que situações semelhantes não mais ocorram. A Polícia Militar pede desculpas pelo ocorrido.

     

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