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#PiuDay: chance de medalha de Alison dos Santos agita redes sociais

Time Brasil iniciou campanha de incentivo ao atleta brasileiro de 21 anos, que na madrugada desta terça disputa a final dos 400 metros com barreiras

Por Da Redação 2 ago 2021, 14h02

O Brasil tem boas chances de conquistar mais uma medalha nos Jogos de Tóquio na madrugada desta terça-feira, 3. Mais do que isso: um novo ídolo do esporte nacional pode estar surgindo. Alison dos Santos, o “Piu”, de 21 anos, vem conquistando a torcida nas redes sociais com sua irreverência, além, claro de seu talento na prova de 400 metros com barreira. Recordista sul-americano, ele chega à final desta terça-feira, 3, às 0h20 (de Brasília), com possibilidade real de pódio, depois de ter feito o segundo melhor tempo da semifinal (47s31). Nas redes sociais, a hashtag #PiuDay dá a medida da empolgação dos torcedores. 

Na classificação geral, apenas o norueguês Karsten Warholm, recordista mundial e favorito ao ouro, foi mais rápido que o brasileiro (47s30). O pódio não é barbada, mas a boa fase corre a favor de Alison, campeão Pan-Americano em Lima-2019 e atual líder da Liga de Diamante (o circuito mundial de atletismo) e terceiro no ranking mundial. 

  • À primeira vista, “Piu”, como é apelidado (em razão da semelhança com outro Piu, um morador de rua de sua cidade natal, São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo) chama a atenção pelas cicatrizes no rosto, resultado de um acidente doméstico com uma panela de óleo, quando tinha apenas dez meses de idade. Brincalhão, o corredor também vem se destacando pelas dancinhas em comemoração aos bons resultados.

    Recentemente, Alison ganhou um novo apelido, “Malvadão”, após cantar e dançar o funk “Chama o Teu Vulgo Malvadão”, de MC Reizin, canção que também foi cantada por Rayssa Leal, a medalhista mirim do skate, em Tóquio. No Twitter, o perfil do Time Brasil puxou a hasgtah “PiuDay”, imitando os constantes #NeyDay, em apoio a Neymar, em jogos de Liga dos Campeões.

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    Ainda é cedo para cravar que Piu atenderá todas as expectativas. Ainda que a medalha não venha, o jovem corredor já obteve um feito relevante: recolocou o Brasil em uma final dos 400m com barreiras, 21 anos depois da presença de Eronildes de Araújo, sétimo colocado em Sidney-2000.

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