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Pearce admite falta de experiência para comandar seleção inglesa

Por Da Redação 1 mar 2012, 09h57

Londres, 1 mar (EFE).- O interino Stuart Pearce não será o comandante da Inglaterra na Eurocopa 2012, informa nesta nesta quinta-feira a imprensa inglesa, alegando que o treinador admitiu não ter ‘a experiência necessária para o posto’.

Pearce, que assumiu o lugar de Fabio Capello à frente do time, disse que a derrota da seleção inglesa para a Holanda por 3 a 2 não lhe ‘afligiria’ sob o comando da equipe na Euro, mas reconheceu falta de ‘experiência’ para assumir o cargo por muito tempo.

‘O treinador da Inglaterra deve ser outra pessoa neste momento. Certamente, não sou eu (o adequado)’, afirmou Pearce.

A equipe inglesa tem se dedicado à Euro, mas faltando três meses para o torneio, a imprensa britânica não esconde o pessimismo: ‘Sem treinador, sem capitão e sem Wayne Rooney’, lamenta o jornal ‘The Times’.

Scott Parker, de 31 anos, foi nomeado o capitão da equipe no duelo da última quarta-feira à noite, mas apesar da imprensa elogiar sua atuação ‘consistente’, censuram também que o meio-campo do Tottenham lidere a equipe.

A falta de candidatos para assumir o bracelete é o sintoma de um problema que preocupa ainda mais os torcedores: a ausência de jogadores veteranos em uma equipe que enfrenta uma renovação geracional.

Rooney, a estrela do Manchester United, estará suspenso dos dois primeiros jogos da Eurocopa, contra a França e a Suécia, enquanto Frank Lampard, de 33 anos, não entrou na convocação de uma seleção com a qual jogou 90 partidas.

John Terry, no entanto, está imerso em um julgamento por racismo e vive um momento turbulento de sua carreira, e Steven Gerrard, que seria o substituo natural na capitania, reapareceu ontem na seleção após 14 meses afastado por lesão e abandonou o campo meia hora depois sentindo dores.

‘O técnico interino talvez não agüente muito tempo, mas seu legado poderia ser importante’, destaca ‘The Guardian’ sobre a renovação da equipe, enquanto ‘The Times’ se mostrou mais crítico: ‘Os novos homens no governo encaram as mesmas limitações’, diz o jornal. EFE

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