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Paulo Miranda cumpre desejo de gol no Santos, algoz de afastamento

Por Da Redação - 10 jun 2012, 21h32

Há um mês e meio, Paulo Miranda cometeu dois erros, o São Paulo foi eliminado do Paulista pelo Santos e a diretoria, à revelia de Emerson Leão, impôs seu afastamento. Neste domingo, porém, aconteceu exatamente o que o zagueiro queria: no mesmo Morumbi, diante do mesmo adversário, marcar seu primeiro gol pelo Tricolor.

‘Pensei nisso e Deus me deu essa oportunidade. Deu certo’, comemorou o jogador, autor do único gol do clássico aos sete minutos de jogo, aproveitando jogada ensaiada em que Jadson levantou na área e Rhodolfo, na segunda trave, ajeitou de cabeça para o colega de zaga testar nas redes vazias. ‘Foi uma jogada que deu certo’, celebrou.

O Peixe, enfim, não é mais uma pedra no sapato do atleta. ‘Até comentei com os companheiros: em todos os jogos contra o Santos tenho oportunidade e não fiz. Ainda bem que fiz agora’, afirmou Paulo Miranda. ‘Foi muito importante, me dá mais motivação ainda para trabalhar. Em um clássico, claro que o jogador fica bastante feliz.’

Ao abrir o placar, Paulo Miranda abriu um sorriso e foi intensamente abraçado por seus colegas, que, assim como o técnico, sempre contestaram seu veto. Na semifinal do Estadual, o camisa 13 cometeu um pênalti com menos de dois minutos de jogo e não alcançou Neymar no segundo gol da vitória santista por 3 a 1.

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Por isso, foi tirado da concentração por ordem da diretoria da partida seguinte, a primeira contra a Ponte Preta pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e impedido até de atuar no duelo de volta. ‘Sou profissional, estive sempre trabalhando. Tudo que aconteceu serve como uma motivação a mais para mim. Mas o que passou, passou, vivo o presente’, disse o defensor neste domingo.

O San-São foi tão libertador para o jogador que até o primeiro gol com a camisa são-paulina, que ele diz sonhar desde sua primeira entrevista coletiva no clube, ocorreu. ‘Sempre venho falando que o gol ia sair na hora certa. É só trabalhar que as coisas dão certo. Estou muito feliz’, falou.

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