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‘Palmeiras se apequena’, diz presidente do São Paulo

Carlos Miguel Aidar negou falta de ética na contratação de Alan Kardec

Por Da Redação 29 abr 2014, 12h04

O recém-eleito presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, respondeu nesta terça-feira às críticas do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, sobre a negociação de Alan Kardec. “Queria dizer que a manifestação do presidente Paulo Nobre chega a ser patética e demonstra, infelizmente, o atual tamanho da Sociedade Esportiva Palmeiras, que ano após ano se apequena por demonstrações dessa natureza.” Aidar relembrou casos semelhantes de seu time. “O São Paulo, em anos anteriores, também perdeu atletas. O Dagoberto foi embora para o Inter e o São Paulo não ficou chorando. O São Paulo agiu absolutamente dentro da legislação esportiva.” Na última segunda, Nobre confirmou que Alan Kardec estava fora do Palmeiras e criticou o modo como o São Paulo disputou o jogador: disse que foi antiético por não ter esperado o clube encerrar a negociação, que, segundo Nobre, estaria quase fechada.

Nesta terça, Aidar se defendeu. “O São Paulo obteve informações de que podia fazer ofertas. Quando o pai do atleta abriu a perspectiva, procuramos o Benfica e acertamos o valor do passe, 4,5 milhões de euros (quase 14 milhões de reais) para o pagamento a vista. Não houve quebra de ética em hipótese alguma. Onde esta a falta de ética em fazer uma proposta para um atleta que não renova com o clube? Qual o problema em falar com o Benfica se o Palmeiras não se acertou com ele?”

Apesar do acordo com o Benfica, dono dos direitos de Alan Kardec, o São Paulo ainda não acertou contrato com o atleta, segundo Aidar. “Fizemos a proposta segunda e esperamos a resposta hoje. A entrevista do presidente Paulo Nobre foi puramente juvenil, pueril. Time grande briga pela permanência dos seus atletas.”

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