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Palmeiras leva goleada histórica do Mirassol: 6 a 2

Depois de levar três gols nos primeiros 11 minutos, time é derrotado no interior e afunda em crise

Foi uma noite para ser esquecida pelos torcedores do Palmeiras – mas que, como toda grande derrota, será lembrada por muitos e muitos anos, principalmente pelos torcedores adversários. Com uma atuação desastrosa, o time apanhou de 6 a 2 do Mirassol na noite desta quarta-feira, jogando fora de casa, no estádio José de Campos Maia, em Mirassol, pela 15ª rodada do Campeonato Paulista. O time do interior, que briga contra o rebaixamento, vinha de uma série de cinco partidas sem vitória, sendo três derrotas consecutivas, e nunca havia vencido um dos quatro grandes paulistas em seu estádio. O Palmeiras, mesmo com o vexame, continua entre os oito primeiros colocados, que se classificam para as finals do Campeonato Paulista.

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A goleada começou a ser construída aos 45 segundos de jogo. André Luís fez boa jogada pela direita e cruzou. O zagueiro Marcos Vinícius, que fazia sua estreia no Palmeiras, tentou desviar e mandou para dentro do gol. O time ainda não havia conseguido reagir quando o Mirassol marcou mais duas vezes: com gols de Caion, aos 9 e aos 11 minutos. O Palmeiras ainda esboçou uma reação e marcou duas vezes, com Caio, aos 22 minutos, e Ronny, aos 30. O time ainda teve uma chance de empatar aos 35, com Caio, mas o goleiro Gustavo defendeu. E, aos 39 minutos, Leomir, de falta, acabou com as esperanças da torcida alviverde e fez o quarto gol. A vitória do Mirassol virou goleada aos 43, com Medina, que encobriu Fernando Prass, e massacre aos 49, quando Camilo anotou o sexto gol.

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No segundo tempo, a velocidade do jogo caiu. Os jogadores do Palmeiras até se esforçaram para tentar diminuir o vexame, mas esbarraram na própria incompetência. Caio ainda marcou de cabeça após um escanteio, mas o gol foi anulado pelo juiz, que deu falta do atacante num zagueiro do Mirassol. O time da casa, por sua vez, parecia até constrangido em tentar ampliar a goleada e pouco se arriscou no ataque, tocando a bola a maior parte do tempo.