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Palavras são vazias, os exemplos são atitudes, avisa Ceni

Por Da Redação 8 set 2011, 15h44

Titular do São Paulo desde 1997, Rogério Ceni está ciente de que carrega uma responsabilidade além do normal junto a companheiros e torcedores por se tratar de um ídolo. Por isso, é conhecido por seu profissionalismo exacerbado em que treina e participa de jogos até com limitações físicas.

‘É difícil, todos temos vontades. Eu também estou cansado às vezes, não arrisco ir a campo, mas também não deixo que todos percebam que tenho algum benefício. Eu me preocupo em não atrasar ou faltar, quero jogar o máximo de tempo. Eu acho que palavras são vazias, os exemplos são as atitudes. Eu procuro ter a mesma vontade e interesse do menino de 18 anos’, avisou.

Satisfeito com todas as homenagens pela milésima apresentação com o São Paulo, Rogério Ceni se preocupou em mostrar a importância de sua marca aos mais jovens. Aliás, ele acredita que alcançou o seu objetivo, pois exaltou o esforço de toda a equipe na busca pelo triunfo contra o Atlético-MG.

‘Houve disposição, bastante entrega, e não existiram aqueles 15 ou 20 minutos em que paramos totalmente em campo como ocorreu contra o Fluminense’, observou.

Além disso, Rogério Ceni considera positiva a experiência de o time jogar com o Morumbi lotado. Os mais jovens, inclusive, mostraram-se admirados com a empolgação da torcida antes de a bola rolar contra o Atlético-MG – a delegação foi recepcionada por uma massa humana na chegada do ônibus no portão principal do estádio.

‘É uma experiência de vida jogar com 60 mil, o último público parecido foi no ano passado na Libertadores contra o Inter. Os meninos comentaram que não tinham visto o estádio assim nunca. É bacana para ver a grandeza do São Paulo, além do prazer de ver o estádio lindo’, encerrou Ceni.

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