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Pais de Dagoberto dizem que filho está perto do Inter e se animam

Por Da Redação - 6 out 2011, 17h24

Dagoberto e seu empresário, publicamente, asseguram que só negociam com clubes do exterior e não pretendem trocar o São Paulo por outro clube do Brasil. A família do atacante, porém, tem outra informação. E José Pelentier, astro do jogador, se mostrar eufórico por ver o filho próximo de acerto com o Inter, seu time do coração.

‘Seria a realização de um sonho vê-lo com a camisa do Inter’, disse José ao jornal gaúcho Zero Hora. A publicaçao ainda informa que o atleta, em contato telefônico recente com seus parentes, afirmou: ‘Olha, mãe, tem tudo para a gente ir para o Inter.’

Marcos Malaquias, agente do camisa 25, se mostrou surpreso ao saber das palavras da família Pelentier. O atacante tem contrato até 18 de abril com o São Paulo já deixou claro que quer sair e, a partir do próximo 18, está liberado para assinar um pré-contrato com qualquer time e deixar o Morumbi sem o Tricolor receber nada.

‘Mas não negociamos com nenhum clube brasileiro, só com equipes de fora [do Brasil]. Mesmo depois de 18 de outubro, vamos continuar fazendo isso. Nossa ideia é seguir cumprindo o contrato com o São Paulo’, disse Malaquias à GE.Net, sem querer falar sobre as declarações dos pais de Dagoberto.

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A diretoria do Inter, por sua vez, confirma o interesse. E os Pelentier estão empolgados. ‘Ele está muito feliz com a possibilidade de jogar no Inter. É o time do coração do pai dele. A família toda está entusiasmada’, contou Adelires, que mora com José em Dois Vizinhos (PR), a 473 quilômetros de Curitiba.

José conta que, em 1999, dirigiu por quase 800 quilômetros para levar Dagoberto e o primo Isaac de Treze Tílias (SC) até Porto Alegre (RS) para que ambos participassem de uma peneira no Inter. O hoje atacante do São Paulo fez dois gols, um deles de faltas, mas tanto eles quanto Isaac foram reprovados.

‘De 30 meninos que participaram da peneira, apenas um lateral foi aprovado. Eles não justificaram nada, mas acho que o consideraram baixinho perto dos outros guris. E, na época, com 16 anos, ele era menor que os outros mesmo’, lembrou José Pelentier.

O pai de Dagoberto é tão fã da equipe do Beira-Rio que viu o título do time na Libertadores do ano passado como compensação à eliminação do Tricolor diante do Colorado nas semifinais. ‘Sofri demais pelo Dagoberto, mas fiquei feliz pela Libertadores depois’, contou José Pelentier.

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