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Oscar Schmidt entra oficialmente para o Hall da Fama do Basquete

Cestinha se juntou a Amaury Pasos, Hortência e Renan Soares, o Kanela, na lista dos imortais

Por Da Redação 12 set 2010, 21h44

Oscar Schmidt entrou oficialmente neste domingo para o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (Fiba). Em cerimônia realizada no intervalo da final do Mundial da Turquia, em Istambul, entre Estados Unidos e a seleção da casa, ele recebeu a honraria e posou para fotos ao lado de outras lendas do esporte que também passaram a fazer parte deste seleto grupo. Grande cestinha da história do basquete, o brasileiro se juntou a Amaury Pasos, Hortência Marcari e Togo Renan Soares, o Kanela, na lista dos imortais do basquete mundial que são homenageados pela Fiba por seus feitos.

Pela seleção brasileira, o “Mão Santa” atuou de 1977 a 1996, disputou 326 partidas oficiais, marcando 7.693 pontos. Sua principal conquista pelo Brasil foi a dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, quando bateu os Estados Unidos na decisão, após uma reação épica liderada por ele. Oscar também foi medalha de bronze no Campeonato Mundial das Filipinas (1978) e ganhou três títulos Sul-Americanos (1977, 1983 e 1985).

Na Olimpíada de Atlanta, em 1996, Oscar alcançou a marca de 1.093 pontos em cinco edições dos Jogos Olímpicos, fato que motivou o Comitê Olímpico Internacional (COI) a homenagear o atleta com a “Ordem Olímpica”, outra grande honraria do mundo esportivo. O ex-jogador deixou as quadras em 2003, quando atuava pelo Flamengo.

Além de Oscar, outros seis jogadores foram eleitos neste ano para o Hall da Fama da Fifa. São eles: Arvydas Sabonis (Lituânia), Cheryl Miller (Estados Unidos), Dito Meneghin (Itália), Dragan Kicanovic (Sérvia), Natalia Zassoulskaya (Rússia) e Vlade Divac (Sérvia).

Inaugurado em 2007 para preservar a história do basquete mundial, o Hall da Fama da Fiba está localizado em Madri. A cada ano, a entidade homenageia jogadores, técnicos, árbitros e pessoas que contribuíram para o esporte. A lista de homenageados da Fiba é diferente da do Hall da Fama dos Estados Unidos, que tem apenas Hortência e Bira, incluído neste ano, como representantes brasileiros.

(Com Agência Estado)

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