Os jogadores da Copa do Mundo que estão sendo investigados pela Justiça
Três são acusados de estupro
A Copa do Mundo 2026 está sendo marcada por diversas polêmicas. Uma delas é a quantidade de jogadores sendo investigados pela justiça. Ao todo, três são acusados de estupro e um por manipulação de resultados. A Fifa chegou a se pronunciar sobre casos específicos, mas em outros preferiu se abster. Alguns dos atletas foram impedidos até por países-sedes de entrar no território. Confira os nomes abaixo:
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Ryan Mendes, Cabo Verde. O caso mais recente foi do capitão da seleção caboverdiana. O crime foi contra uma brasileira que atuava como tradutora nos amistosos na Nova Zelândia. Segundo a vítima, ela foi convidada para uma confraternização após o jogo contra o Chile, mas quando percebeu que era um evento informal, se retirou. Depois de voltar para o quarto, foi violentada pelo jogador. “A Fifa leva qualquer alegação de má conduta extremamente a sério e possui um processo claro para qualquer pessoa no futebol que queira denunciar um incidente”, disse a Fifa em um comunicado.
Achraf Hakimi, Marrocos. Principal atleta da seleção foi acusado de estupro por uma mulher em 2023, na França. Ele joga pelo PSG e chegou a pedir que o caso fosse arquivado pela Justiça francesa, mas teve o pedido negado. Ele irá a julgamento, sem data definida. “Hoje em dia, uma acusação de estupro é suficiente para justificar um julgamento, mesmo que eu a negue e tudo prove que é falsa. Isso é tão injusto para os inocentes quanto para as verdadeiras vítimas. Aguardo com serenidade este julgamento, que permitirá que a verdade venha à tona publicamente”, escreveu Hakimi nas redes sociais.
Thomas Partey, Gana. Jogador tem o maior número de acusações, sete no total. Os crimes aconteceram entre 2021 e 2022, e ele está proíbido de entrar em contato com as vítimas. Ele chegou a ser preso em 2025, mas foi solto após pagar fiança. Nesta Copa do Mundo, não conseguiu entrar no Canadá por conta das investigações no Reino Unido.
Elye Wahi, Costa do Marfim. Duas semanas antes da Copa do Mundo, o atleta foi acusado de ter levado um cartão amarelo de próposito enquanto jogava pelo Nice, em maio. Ele prestou depoimento, mas foi liberado e jogou o mundial. Segundo o Ministério Público de Marselha, as investigações ainda estão em andamento.
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