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Olimpíada do Rio: legado desolador

Relatório elaborado pelo Ministério do Esporte contabiliza 1 642 falhas na construção de apenas quatro arenas

Por Thiago Prado, Rafael Valesi - 29 jul 2017, 08h00

Era para ser um legado permanente, que daria orgulho à cidade. Mas, passado exato um ano da realização da Olimpíada do Rio de Janeiro, o Parque Olímpico e as demais instalações esportivas que tão bem receberam os Jogos estão em sua maioria vazios e sem futuro definido. Como mostra esta edição de VEJA, foram todos abatidos pela fatídica conjunção de falta de planejamento, falta de dinheiro e falta de interesse privado.

O descaso sobre o novo cartão-postal, que consumiu 7 bilhões de reais para ser posto de pé, fica evidente em um relatório reservado a que a reportagem de VEJA teve acesso, elaborado pelo Ministério do Esporte, a quem coube, na bacia das almas, tomar conta de quatro arenas do parque. No levantamento dos problemas de construção em sua parte do espólio, o ministério contabilizou 1 642 falhas. Isso só em quatro arenas. E ninguém parece disposto a tomar providências tão cedo.

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