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Olimpíada de Inverno: risco de norovírus afasta 1.200 seguranças

Pelos menos 41 guardas dos Jogos de PyeongChang apresentaram sintomas do vírus que provoca vômitos e diarreia

Por Estadão Conteúdo - Atualizado em 6 fev 2018, 18h56 - Publicado em 6 fev 2018, 17h39

Cerca de 1.200 funcionários responsáveis pela segurança da Olimpíada de Inverno de PyeongChang, na Coreia do Sul, foram afastados de suas funções por risco de propagação do norovírus. A cerimônia de abertura dos Jogos será na sexta-feira.

Lee-Hee-Beom, presidente do Comitê Organizador da Olimpíada de PyeongChang, disse nesta terça-feira que os seguranças permanecerão em quarentena até os testes provarem que estão livres do vírus. Ele indicou que em breve terão os resultados das análises. As autoridades começaram a investigar um surto de norovírus após 41 guardas sofrerem vômito e diarreia. 

As autoridades examinaram a água e os alimentos nas instalações onde estavam os seguranças em Pyeongchang, e também inspecionaram outras dezoito instalações que usam água de poços.

O norovírus é um tipo de vírus que pode ser transmitido por meio da ingestão de alimentos ou bebidas contaminados. A infecção tende a ser mais frequente no período do inverno e os sintomas mais comuns são vômito, diarreia, febredores abdominais e de cabeça. Lavar as mãos com sabão e não ter contato com objetos infectados são algumas das medidas de prevenção.

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No ano passado, no Mundial de Atletismo em Londres, atletas de vários países contagiados pelo norovírus em um dos hotéis reservados pelos organizadores passaram mal e alguns não puderam competir.

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