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O fantasma da maconha e da cocaína entre os atletas

O zagueiro Bida, do Atlético-GO, foi suspenso por um ano nesta quarta-feira por usar hydrochlorothiazide (HCT), substância diurética que mascara o uso de outras proibidas, normalmente para melhorar o desempenho dentro de campo. Mas outro grupo de atletas vai além de artifícios para jogar bem e já foram pegos em exames que constataram uso principalmente de cocaína e maconha. Um dos maiores nomes do futebol mundial, o argentino Maradona, testou positivo para cocaína em duas ocasiões – em 1991 e 1994. Muitos atletas consagrados usaram drogas e tiveram suas carreiras comprometidas em algum momento, mesmo não sendo pegos em exames de doping, como no caso de Casagrande, usuário confesso de maconha desde os 18 anos, com experiência em heroína na Europa, além de usar cocaína. O atacante Jardel atuou pela seleção no fim dos anos 1990 e também assumiu o uso de cocaína em suas férias no Porto, em Portugal; Reinaldo, do Atlético-MG, e astro da seleção brasileira dos anos 1970/80, confirmou que era usuário de álcool e cocaína; e Paulo César Caju, tricampeão mundial no México que se aposentou com uma boa condição financeira, mas queimou tudo em álcool e cocaína. E nem com estes exemplos atletas não aprendem que a droga pode ser uma péssima companheira. Abaixo, uma lista de alguns casos de uso de maconha e cocaína flagrados no futebol, UFC e até no vôlei.