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No retrospecto contra as primeiras rivais, Brasil é soberano

Seleção leva ampla vantagem contra croatas, camaroneses e até mexicanos (apesar de sua imagem recente, de 'pedra no sapato' de equipes brasileiras)

Por Giancarlo Lepiani, da Costa do Sauípe 6 dez 2013, 17h46

Se depender do retrospecto, não há motivos para o Brasil temer a primeira fase da Copa do Mundo de 2014, sorteada nesta sexta-feira, na Bahia. De acordo com os números oficiais da Fifa, a seleção brasileira leva ampla vantagem nos confrontos com as três seleções escolhidas para participar do Grupo A: Croácia, Camarões e México. Contra os croatas, foram apenas duas partidas: uma vitória (assim como em 2014, em outra abertura de Copa, em 2006) e um empate (num amistoso disputado em 2005, em Split). Contra os camaroneses, a seleção brasileira não está mais invicta: perdeu por 1 a 0 na Copa das Confederações de 2003, na França. Nos outros três encontros, três vitórias brasileiras: na Copa de 1994 (por 3 a 0), na Copa das Confederações de 2001 (2 a 0) e num amistoso em Curitiba, em 1996 (2 a 0). Os outros adversários do Brasil no grupo, os mexicanos, têm carregado a imagem de pedra no sapato da seleção pentacampeã. Esse, porém, é um fenômeno recente: no histórico dos jogos entre as duas equipes, o Brasil tem larga vantagem, com 22 vitórias, 6 empates e 10 derrotas. Brasileiros e mexicanos já se enfrentaram em três Copas, sempre na primeira fase. Sempre deu Brasil: 2 a 0 no Chile-1962, 5 a 0 na Suíça-1954 e 4 a 0 no Brasil-1950. No primeiro Mundial realizado no país, os mexicanos foram os adversários dos brasileiros na estreia. O último confronto foi neste ano, na segunda partida da equipe de Luiz Felipe Scolari na Copa das Confederações – 2 a 0, em Fortaleza.

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