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No rastro de Forlán e Seedorf, Guerrero é atraído para o Brasil

Por Da Redação - 17 jul 2012, 12h03

‘Só se fala disso lá fora’. Com a experiência de quem defendeu o Hamburgo, da Alemanha, nas últimas cinco temporadas, o atacante Paolo Guerrero garantiu que a força econômica e o alto nível do futebol brasileiro são assuntos nas rodas de conversas dos jogadores no Velho Continente. Reforço do Corinthians, o peruano se junta ao rol de astros estrangeiros que defenderão equipes brasileiras nos próximos anos, como o holandês Seedorf, do Botafogo, e o uruguaio Diego Forlán, do Inter.

Revelado na base do Alianza Lima, Guerrero chegou à Europa em 2002, para vestir a camisa do Bayern de Munique, mas não teve sucesso instantâneo e acabou negociado com o Hamburgo, também da Alemanha. Camisa 9 de sua equipe e artilheiro da seleção peruana na última edição da Copa América, o atacante garante que se as equipes brasileiras insistirem, outros grandes nomes poderão ser atraídos pela força do futebol brasileiro às vésperas da Copa do Mundo de 2014.

‘Vim porque o Corinthians é um grande clube da América do Sul, e a proposta que fizeram me agradou muito. Queria jogar no futebol brasileiro, que cresce muitíssimo nos últimos anos. Se fala muito do nível econômico e do futebol brasileiro, porque o Campeonato Brasileiro não deve nada a ligas maiores na Europa. Por isso quis experimentar aqui’, salientou Guerrero depois de assinar contrato válido por três temporadas.

‘O bom nível que o Brasil tem me seduziu e isso já trouxe Seedorf, Forlán, além de motivar os diretores dos clubes daqui a tentarem outros’, avisou Guerrero, quarto estrangeiro do elenco corintiano – ‘Cachito’ Ramírez, também peruano, é um, Juan Martínez, ex-jogador do Vélez Sarsfield, perto de confirmação, é outro, e o chinês Chen Zizao o último. Como a janela de transferências internacionais fica aberta até o fim do mês, novas investidas não estão descartadas.Bastidores da negociação – O interesse do Corinthians na contratação de Paolo Guerreiro começou durante a Copa América de 2011, quando Fábio Carille, auxiliar técnico do Timão, foi ‘convocado’ por Mano Menezes para ser olheiro da Seleção Brasileira na competição. Se o time verde-amarelo não teve tanto sucesso na competição continental, Guerrero se destacou como artilheiro vestindo a camisa do P

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‘O Carille assistiu todos os jogos observou o Guerrero pelo Peru. Desde lá estamos de olho, despertou uma atenção grande. Observamos as atuações pelo Hamburgo, vínhamos em compasso de olhar, aí surgiu uma oportunidade de conversar, o nome foi aprovado pela comissão técnica e deu certo’, contou Roberto de Andrade, diretor do Corinthians.

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