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Ney Franco se apresenta pedindo cobrança por títulos já neste ano

Por Da Redação - 9 jul 2012, 14h13

A diretoria do São Paulo sempre se nega a admitir a pressão para ser campeão, mas Ney Franco, em sua apresentação oficial no clube, foi tão sincero quanto confiante. Os líderes do elenco já declararam esperar uma conquista nesta temporada, e o técnico se impôs um desafio: aceita qualquer cobrança por título.

‘Não é presunção, tem que me cobrar títulos. Estou aqui para ser cobrado, me cobrar e cobrar a comissão técnica e os atletas. Não vou chegar com discurso de que preciso de tempo, para esperarem até o ano que vem’, discursou Ney Franco, que assinou contrato até o final de 2013.

O comandante aceita a pressão já para sua estreia, neste domingo, contra o Palmeiras na Arena Barueri. ‘Não quero dar tempo para encaixar. Peguei em um momento legal, com uma semana para trabalhar e já tenho um clássico, não preciso trabalhar a motivação’, animou-se, não descartando nem conquistar a Copa Sul-americana.

‘O São Paulo tem o melhor elenco do futebol brasileiro com outras seis equipes. Temos duas competições neste ano e lutaremos pelo título das duas com nosso trabalho aliado à estrutura do clube com os atletas’, elogiou o profissional que já foi campeão do Mineiro de 2005 com o Ipatinga, da Copa do Brasil de 2006 e do Carioca de 2007, com o Flamengo, do Paranaense de 2010, com o Atlético-PR, e da Série B do Brasileiro de 2010, com o Coritiba.

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‘Chego com motivação e perspectiva de trabalho de longo prazo com resultados positivos em campo. Embora eu tenha uma recente carreira em profissionais, desenvolvi trabalhos de longo prazo sempre terminando as temporadas com títulos’, enalteceu, feliz por assumir a equipe já em quarto lugar do Brasileiro.

‘No futebol, você vive ciclos. Uns mais duradouros, outros breves. Sei que estou em um clube vitorioso que, por uma circunstância ou outra, teve uma queda. Cheguei a um clube com as mesmas pessoas que foram tricampeãs brasileiras, do Mundial e da Libertadores, não tem razão para não retomar de novo um ciclo de vitórias’, apostou.

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