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Na volta ao Palmeiras, Obina espera se redimir por saída tumultuada

Por Da Redação - 17 jul 2012, 13h18

A segunda passagem do atacante Obina pelo Palmeiras começou oficialmente nesta terça-feira, quando o jogador foi apresentado pelo clube e recebeu a camisa 21 das mãos do vice-presidente de futebol, Roberto Frizzo. Longe do Palestra Itália desde que brigou em campo com o zagueiro Maurício Nascimento, em 2009, o atleta espera apagar a imagem de violento que ficou pelo episódio.

‘Quando saí do Atlético-MG e fui para a China, estava com o pensamento de um dia voltar e acertar as coisas da forma ideal aqui. Não sou aquele que todo mundo viu em um momento nervoso. As pessoas acham que sou daquele jeito, mas sou tranquilo e alegre. Gosto de ajudar meus companheiros. Foi um dia infeliz e saí de maneira que não esperava. Agora, volto para ajudar e dar continuidade ao trabalho bem feito que estava fazendo’, afirmou.

Em seu primeiro ciclo pelo clube, o atleta disputou 27 jogos e marcou 12 gols. Agora, sob o comando de uma direção diferente da época em que foi mandado embora, Obina acha que pode provar seu valor neste contrato até o fim do ano.

‘Acho que dá. Se tiver a chance de mostrar meu futebol, vai dar para me redimir, fazendo o melhor possível para mostrar que aquele episódio foi um erro nosso’, comentou.

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Depois de sair do Palmeiras, Obina atuou pelo Atlético-MG e acabou negociado em seguida com o Shandong Luneng, da China. Mas os gols que marcou no primeiro ciclo pelo Verdão motivaram o clube a começar a negociação com os chineses em novembro do ano passado, com o aval do técnico Luiz Felipe Scolari.

‘Desde o ano passado, vinha conversando e queria estar aqui. Lógico que chego em um momento feliz da equipe, que foi campeã e conseguiu a vaga na Libertadores. Isso dá motivação maior para querer vir e ajudar’, concluiu.

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