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Muricy reestreia no São Paulo tentando tirar clube da crise

Nova derrota em casa deixará a equipe na penúltima colocação do Brasileirão

Por Da Redação 12 set 2013, 14h02

Pouco mais de quatro anos depois de sua última passagem pelo clube, Muricy Ramalho está de volta ao São Paulo – e ele inicia nesta quinta-feira, contra a Ponte Preta, às 21 horas, pela 20ª rodada, sua luta para tirar a equipe da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Vencer no Morumbi é o primeiro passo para reverter a incômoda situação e impedir que o ano acabe com o descenso. A posição na tabela é péssima, mas o treinador conta com algumas circunstâncias muito favoráveis para conseguir recuperar a equipe.

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A torcida do São Paulo esgotou a carga de 43.000 ingressos colocados à venda para ver a volta de Muricy, considerado a cartada final do presidente Juvenal Juvêncio para tirar o time das últimas posições e evitar a queda em seu último ano de mandato. Se iniciar o segundo turno com derrota em casa, o São Paulo será ultrapassado pela Ponte Preta – que ainda tem um jogo a menos – e cairá para a vice-lanterna. Os próprios dirigentes admitem internamente que apenas uma série de bons resultados pode devolver a confiança ao grupo.

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Muricy Ramalho admite, porém, que é preciso calma para sair da má fase. “A torcida está apoiando e a diretoria ajudando. E pelo momento que passamos, até que eles têm reclamado pouco, mas precisamos fazer nossa parte”. O discurso do treinador parece ter sido absorvido pelo elenco; Rogério Ceni fez uma reunião com os jogadores e pediu determinação para tirar o time da péssima situação. “Tenho certeza de que ele veio para tirar o time dessa situação e nós sabemos que não pode ficar assim. Não podemos ficar só nas palavras”, disse Denilson.

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A tendência é que o São Paulo seja bem parecido com aquele que Paulo Autuori vinha trabalhando, mas com algumas mudanças de posicionamento para tentar reencontrar o rumo das vitórias. O esquema deve ser o 4-2-3-1, com Lucas Evangelista e Aloísio abertos pelas pontas e com Paulo Henrique Ganso centralizando as ações de criação. Jadson, por enquanto, continua na reserva. Denilson ocupa o lugar de Wellington, barrado por causa de um sangramento digestivo. A grande mudança, no entanto, deve ser a postura dos atletas dentro de campo.

(Com Estadão Conteúdo)

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