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Muricy não liga para derrota e vê time até que bem no Brasileiro

Por Da Redação - Atualizado em 19 jul 2016, 14h15 - Publicado em 10 jun 2012, 21h27

Com três empates e uma derrota atuando quase exclusivamente com reservas no Campeonato Brasileiro, o Santos ocupa o 16lugar na tabela de classificação, mas o técnico Muricy Ramalho não se incomoda nem com o posicionamento e muito menos com as atuações pouco convincentes do Peixe na competição. O foco agora, e o comandante não nega, é a disputa da Copa Libertadores.

Na próxima quarta-feira, o time titular do Peixe entra em campo diante do Corinthians, na Vila Belmiro, pelas semifinais da Copa Libertadores. Mesmo perdendo por 1 a 0 para o São Paulo, neste domingo, o treinador viu uma atuação ‘até que boa’ do Peixe no estádio do Morumbi.’Eu tirei o Edu Dracena, o Arouca, que ainda nem está 100%, e o Elano dessa partida e enfrentamos um São Paulo completo, até com o Lucas, que voltou da Seleção Brasileira. Todo mundo viu que a gente incomodou, mas já estava previsto que o time fosse meio travado. É um time que se portou até bem demais pra quem não tem entrosamento’, comentou Muricy, elogiando o time praticamente reserva que levou a campo pela 4rodada do Brasileirão.

Dos titulares da partida contra o São Paulo, apenas Maranhão, Durval, Léo e Alan Kardec devem ser mantidos para enfrentar o Corinthians. Muricy ainda ganhará os reforços de Neymar e Rafael, vindos da série de amistosos da Seleção nos Estados Unidos. Arouca, Borges e Paulo Henrique Ganso ainda são dúvidas, mas apenas os dois primeiros devem reunir condições de jogo até quarta.

Diante do São Paulo, alguns nomes com pouco espaço no elenco santista tiveram chance de mostrar seu futebol, como Felipe Anderson, Rentería e Éwerthon Páscoa, que ainda disputa uma oportunidade de ser inscrito na Copa Libertadores na vaga de Vinícius Simon, que foi emprestado ao América-MG.

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‘A gente gosta de ter jogadores 100%, mas tem horas no futebol em que precisa fazer isso, porque uma contusão demora muito, e é melhor poupar. Gostei hoje do Felipe Anderson e do Gerson Magrão, que precisam jogar mais do que jogaram, e eu já conheço há muito tempo, mas foram bem, só precisam de mais ritmo de jogo. O Felipe é uma esperança nossa’, pontuou Muricy, em uma das raras vezes em que teve elogios ao ‘tímido’ meio-campist

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