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Morte da ex-corredora Maria de Villota foi consequência de danos provocados por acidente, diz família

Espanhola de 33 anos foi encontrada morta em seu quarto de hotel, em Sevilha, na madrugada desta sexta-feira

Por Da Redação 12 out 2013, 10h34

O grave acidente sofrido em julho do ano passado pode ter sido a causa da morte da ex-piloto de Fórmula 1 Maria de Villota. A espanhola de 33 anos de idade foi encontrada morta em seu quarto de hotel, em Sevilha, na madrugada desta sexta-feira, e, segundo sua família, o ocorrido tem relação com a batida.

Maria de Villota sofreu um grave acidente durante um teste em linha reta com o carro da Marussia no aeroporto de Duxford, na Inglaterra, na temporada passada. Ela se chocou com um trailer da equipe e teve seu crânio perfurado, precisando passar por diversas cirurgias, além de perder o olho direito.

Ela havia demonstrado recuperação com aparições públicas, inclusive no Grande Prêmio da Espanha de F-1 deste ano, e estava em Sevilha para o lançamento de seu livro.

“Maria nos deixou enquanto estava dormindo aproximadamente às 6 da manhã em consequência de danos neurológicos que ela sofreu em julho de 2012, de acordo com o que nos contou o médico forense”, diz um comunicado emitido pela família De Villota.

Filha do ex-piloto de Fórmula 1 Emilio de Villota, ela competiu na Fórmula Superliga e tinha como ambição chegar à categoria de elite do automobilismo mundial, mas sofreu o acidente quando era reserva da Marussia, o que acabou com suas pretensões. Desde então, fazia palestras sobre segurança no trânsito e valorização da vida.

‘Maria se foi, mas nos deixou uma mensagem muito clara de alegria e esperança que é o que ajuda a família em momentos como este’, expressa o comunicado. A ex-piloto será enterrada em Madri em uma cerimônia particular.

(Com Gazeta Press)

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