Por superstição, Milei, presidente da Argentina, toma decisão sobre final da Copa do Mundo
Líder argentino disse que prefere continuar assistindo aos jogos de futebol de sua casa
O presidente argentino, Javier Milei, disse na quinta-feira, 16, que não comparecerá à final da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, preferindo continuar assistindo aos jogos de futebol da residência presidencial de Olivos como parte de sua “cábala”, um ritual que, acredita-se, traz boa sorte. A seleção argentina chega a sua segunda final consecutiva no Mundial e enfrenta a Espanha, neste domingo, 19, às 16h (horário de Brasília), no estádio de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos.
“Vou continuar assistindo aos jogos de Olivos, assim como no primeiro dia”, disse Milei à Rádio El Observador.
Quando questionado se sua decisão de permanecer em Buenos Aires para a final do Mundial de 2026, na América do Norte, devia-se a essa superstição, o presidente respondeu: “Sim”.
Ele também explicou que usa uma jaqueta da empresa de petróleo YPF como amuleto de sorte para as partidas.
“Senti muito calor no dia do jogo contra a Suíça. Assim que a tirei, marcaram um gol contra nós. Vesti de volta e não a tirei mais”, revelou.
Por outro lado, o rei da Espanha, Felipe VI, comparecerá à final no MetLife Stadium, em East Rutherford, na região metropolitana de Nova York, ao lado da rainha Letizia e de suas duas filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia, informou a Casa Real à AFP na quarta-feira.
Outro que estará presente no estádio de Nova York e Nova Jersey, nos EUA, será o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A Casa Branca confirmou a sua presença que será o “toque final naquela que tem sido a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história dos Estados Unidos”, disse a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em coletiva de imprensa nesta quinta, 16.
Trump não foi a nenhum jogo do torneio até aqui, nem mesmo da seleção de seu país, co-anfitrião do torneio. Apesar da ausência nas arquibancadas, esteve envolvido diretamente em um episódio suspeito de interferência política durante o torneio. Contrário a expulsão do artilheiro da seleção dos EUA, Trump ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino pedindo a revisão do lance. O mandatário da Fifa negou interferência política, porém, o cartão vermelho foi suspenso, e o jogador pôde entrar em campo.
(Com AFP)
EM UM SÓ LUGAR







