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Medina alerta para ataques de tubarão: ‘Não me sinto seguro’

Surfistas ficaram preocupados após dois ataques de tubarão em praias próximas a Margaret River, na Austrália, onde ocorre a 3ª etapa do Mundial

A terceira etapa do Mundial de Surfe, em Margaret River, na Austrália, está causando apreensão nos surfistas. Nesta segunda-feira, dois ataques de tubarões ocorreram em praias próximas do local onde está sendo realizada a competição. A etapa foi suspensa e retomada após algumas horas, com aprovação da organização.

O brasileiro Gabriel Medina criticou a World Surf League (WSL) por não interromper a prova. “Não me sinto seguro competindo neste tipo de lugar. A qualquer hora pode acontecer algo com um de nós, espero que não. Deixando minha opinião antes que seja tarde”, desabafou em seu Instagram.

O surfista brasileiro Ítalo Ferreira, atual número 1 do circuito mundial, também criticou a WSL por manter o evento mesmo após os ataques de tubarão. “A segurança dos atletas não é prioridade? Já tivemos vários alertas, a vida vale mais do que isso, espero que não aconteça com nenhum de nós. Não me sinto confortável treinando e competindo em lugares assim”, declarou.

A presidente da Liga Mundial de Surfe (WSL), Sophie Goldschmidt, afirmou que a segurança dos surfistas será respeitada e garantida. “Dentro da WSL a prioridade é a segurança dos atletas e funcionários, vamos aprimorar ainda mais nossos protocolos de segurança. Meus pensamentos estão com as vítimas e suas famílias”, declarou.