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Martine e Kahena não sabem se continuarão juntas na vela

A filha de Torben Grael não descarta encarar um novo desafio profissional, caso surja alguma proposta

Por Cecília Ritto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 20 ago 2016, 23h29 - Publicado em 20 ago 2016, 22h47

Martine Grael e Kahena Kunze foram as primeiras mulheres a ganhar medalha de ouro na vela brasileira em uma Olimpíada, na última quinta-feira, dia 18 de agosto. A euforia foi tanta que pularam na Baía de Guanabara com seus familiares e amigos, saltaram sobre a grade de proteção e circularam por uma área distante dos olhos da segurança, ignorando os protocolos e sendo aclamadas pelo público. Passados dois dias da vitória, elas ainda não sabem se continuarão a parceria. Apesar da expectativa para que repitam a dobradinha em Tóquio, próxima sede olímpica, as duas preferiram não fazer qualquer sinalização sobre o futuro em entrevista ao site de VEJA, neste sábado.

“A gente não conversou sobre isso e nem combinou nada. Não faço ideia do que vai acontecer”, afirmou Martine. Kahena tem vontade de determinar os estudos em engenharia ambiental, na PUC-Rio. Ela já passou da metade do curso, mas trancou para se preparar para os Jogos. “Gostaria de me formar. Falta muito pouco”, contou. As duas tirarão férias separadas e já decidiram viajar para fora do país. “A gente não deve ir para o mesmo lugar”, disse Martine, filha de Torben Grael.

Nem mesmo a possibilidade de mudar radicalmente de vida está descartada. “Somos movidas a desafio. Se aparecer um desafio profissional, mesmo que não seja a vela, mas que nos motive, consigo ver tanto eu quanto a Kahena fazendo outra coisa”, afirmou Martine. Para os próximos dias, as duas só querem descansar ao fim de uma série de entrevistas e compromissos com patrocinadores que ainda não terminaram. Ainda teve a comemoração com os amigos em uma festa particular na sexta à noite e em um churrasco neste sábado. “É tanto beijo e abraço que o pescoço chega a doer. Uma folga vai ser bom”, brinca Martine. Resta a dúvida sobre depois da folga, se singrarão pelas águas a bordo do mesmo veleiro ou não.


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