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Mano Menezes evita falar sobre medalha de ouro: ‘temos que ir jogo a jogo’

Por Da Redação 1 ago 2012, 15h07

Londres, 1 ago (EFE).- A campanha com 100% de aproveitamento da seleção brasileira na fase de grupos do torneio de futebol nos Jogos de Londres deixou Mano Menezes animado, mas o técnico ainda prefere se manter cauteloso ao falar sobre o futuro de sua equipe dentro da competição.

‘O ouro está ainda muito longe, e digo a meus jogadores que temos que ir jogo a jogo. Primeiramente, temos que ver qual será o adversário das quartas de final. Só pensaremos na medalha de ouro se chegarmos à final’, comentou Mano após a vitória por 3 a 0 sobre a Nova Zelândia, que garantiu à seleção o primeiro lugar do grupo C.

No momento da entrevista, o treinador ainda não sabia o rival das quartas. O Brasil terá pela frente no próximo sábado a seleção de Honduras, que empatou sem gols com o Japão e ficou com o segundo lugar do grupo D.

Mano elogiou a equipe como um todo, mas destacou a atuação do lateral-esquerdo Marcelo improvisado como meia-esquerda. O jogador do Real Madrid deu um belo passe de calcanhar para que Alex Sandro cruzasse e Leandro Damião marcasse o segundo gol.

‘Marcelo é um dos melhores laterais esquerdos do mundo. Taticamente melhorou muito, e o treinador de seu clube (Real Madrid) José Mourinho tem muito mérito nisso. E no apoio ele continua sendo excelente’, comentou o técnico, que não confirmou, mas praticamente desfez o mistério sobre o time titular no duelo de sábado.

‘A base continuará sendo a mesma, mas haverá alguns retoques. A equipe funcionou muito bem hoje, mas tenho a intenção de retornar à escalação da partida anterior’, revelou.

Perguntado sobre a preparação para a Copa do Mundo, Mano pediu paciência e afirmou que neste momento precisa manter todo o foco nos Jogos de Londres.

‘Eu não estou pensando na Copa agora. Se estivesse, não poderia pensar nos Jogos Olímpicos, que é o que nos preocupa agora. O Brasil tem dois anos para se preparar e a participação em Londres pode ser importante para o futuro’, finalizou. EFE

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