Assine VEJA a partir de R$ 9,90/mês.

Mais um brasileiro na Fórmula 1: Luiz Razia, na Marussia

Piloto baiano será o segundo representante do país na categoria neste ano

Por Da Redação - 31 jan 2013, 12h34

A temporada de 2013
Data Local Autódromo
17/03 Austrália Melbourne
24/03 Malásia Sepang
14/04 China Xangai
21/04 Bahrein Sakhir
12/05 Espanha Barcelona
26/05 Mônaco Monte Carlo
09/06 Canadá Montreal
30/06 Inglaterra Silverstone
07/07 Alemanha Nürburgring
28/07 Hungria Hungaroring
25/08 Bélgica Spa-Francorchamps
08/09 Itália Monza
22/09 Cingapura Marina Bay
06/10 Coreia do Sul Yeongam
13/10 Japão Suzuka
27/10 Índia Buddh
03/11 Emirados Árabes Abu Dhabi
17/11 Estados Unidos Austin
24/11 Brasil Interlagos

O piloto baiano Luiz Razia, de 23 anos, acertou com a equipe Marussia para correr a temporada 2013 da Fórmula 1. A informação foi confirmada nesta quarta-feira pela assessoria do piloto, vice-campeão da GP2 em 2012. Com o acerto, Razia será o segundo brasileiro confirmado no grid da maior categoria do automobilismo neste ano. Na última temporada, Felipe Massa, na Ferrari, e Bruno Senna, na Williams, representaram o país. Agora, o baiano compete ao lado de Massa na categoria (Senna perdeu sua vaga).

Leia também:

Leia também: McLaren apresenta o novo MP4-28 de olho no título

O anúncio oficial da contratação de Razia pela Marussia será feito na sexta-feira, quando a equipe deverá revelar os detalhes do acerto, como a duração do contrato do brasileiro. Luiz Razia irá ocupar a posição que era do alemão Timo Glock e dividir o posto de titular com o inglês Max Chilton. Ele já tinha ficado perto de uma vaga na Fórmula 1 no ano passado. No fim de 2012, ele já se mostrava otimista com a chance de estrear na categoria. “Na minha carreira, eu sempre fui confiante. Se não fosse assim, não teria chegado até este momento.”

Publicidade

Leia também:

Leia também: Felipe Massa abrirá testes da Ferrari na Fórmula 1

Após ser preterido pela Caterham no fim de 2011, o brasileiro decidiu abrir o leque de opções na tentativa de encaminhar sua entrada na Fórmula 1. Foi piloto de testes da Force India, manteve o contato com a Caterham e abriu negociação também com a Marussia. “Abri negociação com as três”, dizia o piloto depois do fim da temporada passada. Na ocasião, ele achava estar mais próximo da Force India. “Mas não posso me dar ao luxo de ficar escolhendo. Ainda não sou um piloto de F1. Sou um aspirante”, reconhecia ele.

Acompanhe VEJA Esportes no Facebook

Publicidade

Siga VEJA Esportes no Twitter

(Com agência Gazeta Press e Estadão Conteúdo)

Publicidade