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Mais de 6.000 esportistas receberão Bolsa Atleta em 2020

Investimento de 84,2 milhões de reais foi divulgado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União

Por Da Redação 30 dez 2019, 16h20

O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira 30 a lista de contemplados pelo programa Bolsa Atleta. Neste ciclo, que inclui os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 entre julho e agosto, 6.248 atletas receberam o benefício. O investimento será de 84,2 milhões de reais e será direcionado para atletas olímpicos e paralímpicos.

O edital atingiu 4.248 modalidades olímpicas e outras 1.134 paralímpicas. O atletismo é o esporte com maior número de beneficiados: 862. Depois aparecem natação (483), handebol (316), tiro esportivo (299) e tênis de mesa (256). Todos os esportes recém-incluídos nos programas olímpicos e paralímpicos também entraram na lista. Ao todo, 3.517 homens e 2.731 mulheres.

São cinco categorias no programa. A principal, para atletas olímpicos e paralímpicos, contempla 340 esportivas. Outros 949 atletas tem a chancela internacional. A que tem mais representantes é a do terceiro nível, para os 4.286 atletas nacionais. A lista ainda conta com 383 atletas da categoria estudantil e 290 atletas de base.

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    O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, elogiou o esforço do governo para contemplar o maior número de competidores possível. “Creio que cumprimos a nossa parte e fechamos o ano com chave de ouro. Esse edital dá uma tranquilidade maior para os nossos atletas, que estão na reta final de preparação para os Jogos de Tóquio 2020, embora o Bolsa Atleta tenha atingido todas as cinco categorias: a da Base, o Estudantil, o Nacional, o Internacional e o Olímpico/Paralímpico”.

    Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a judoca Sarah Menezes, de 29 anos, está entre os beneficiados. “O Bolsa Atleta é importante para ajudar nos treinamentos. Tem muitos atletas que usam esse benefício para complementar alimentação, material melhor para a prática esportiva e custeio de viagens. Então esse apoio dá um conforto importante. Eu recebi pela primeira vez aos 15 anos e me ajuda até hoje”, conta.

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