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Luis Álvaro promete ajuda ao Timão e pede torcida de rival no Mundial

O presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, está disposto a dar um presente de final de ano aos corintianos. Nesta sexta-feira, o dirigente foi claro ao comentar sobre o espírito que o Peixe deve entrar em campo para enfrentar o Vasco, principal adversário do Timão na briga pelo título nacional, no domingo, às 17 horas (de Brasília).

‘Vamos ajudar o Corinthians no domingo, vamos ganhar do Vasco’, determinou o mandatário santista, durante gravação de programa de fim de ano da TV Gazeta que homenageia o centenário do clube da Vila Belmiro em 2012.

Na classificação, o Corinthians está com a mesma pontuação do Vasco (58) e leva vantagem pelo número de vitórias, por isso ostenta a liderança. Enquanto os cariocas vão enfrentar o caldeirão da Vila Belmiro e a formação titular do Santos com Neymar e Paulo Henrique Ganso, o Timão mede forças com o lanterna América-MG, com a sua torcida como maioria na cidade de Uberlândia.

Até pelo presente que espera dar ao tradicional adversário, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro também faz um pedido. Ele pretende ter a torcida dos corintianos na disputa do Campeonato Mundial de Clubes, marcado para o mês de dezembro no Japão.

‘Eu tenho certeza de que os corintianos estão comprometidos com o alvinegro que vai representar o país. Eles também são alvinegros’, sorriu o dirigente.

Para confirmar sua teoria de amizade com o rival, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro destaca a boa relação com o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. Por isso, gostaria que os torcedores das duas agremiações tivessem a mesma tolerância dentro e fora dos estádios.

‘Não tenho problema em visitar o Andrés no Pacaembu e entrar na arquibancada, não sou hostilizado por eles. Quando termina a partida, tomamos um chopinho, continuamos amigos, brincamos um com o outro. Isso é a convivência que o esporte determina. Futebol é amizade, convivência, simpatia. Os jogadores disputam a bola desesperadamente em campo e depois trocam de camisa. Por que a torcida não pode fazer o mesmo?’, questiona Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro.