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Levantamento ‘prevê’ 21 pódios para o Brasil nos Jogos de Tóquio-2020

A seis meses da Olimpíada, empresa que monitora desempenho dos atletas divulgou nova estimativa; país teria menos ouros, mas um recorde no total de medalhas

Por Danilo Monteiro - 24 jan 2020, 16h48

A Gracenote, empresa que historicamente faz a análise de dados sobre o desempenho das equipes olímpicas, publicou nesta sexta feira 24 uma previsão de medalhas que cada país conquistará nos Jogos de Tóquio-2020, que começa em exatos seis meses. Segundo o levantamento, os Estados Unidos serão novamente o país líder do quadro de medalhas, enquanto o Brasil, beneficiado pela entrada de novos esportes como o skate e o surfe, terá um leve aumento de produção em comparação à Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

O time americano, de acordo com a previsão, conquistará 117 medalhas ao todo – 47 delas de ouro -, quatro a menos do que em 2016. Depois do terceiro lugar no Rio, a China pode voltar a crescer no ranking e tem a expectativa de vencer 43 provas e terminar a competição em segundo, com 87 medalhas. O Japão domina a categoria de maior crescimento em relação à última Olimpíada e pode conquistar 30 ouros em casa, 18 a mais do que em 2016.

Os resultados do Brasil deveriam ser piores, pois historicamente existe uma queda de rendimento após ser país-sede, benefício que garante participação em todas as modalidades. O time brasileiro, no entanto, foi um dos principais favorecidos com a inclusão de novos esportes em Tóquio. Segundo a empresa americana, o Brasil será o quarto maior beneficiário dos novos eventos e brigará por sete medalhas, que fariam o país, com 21 medalhas, ter uma campanha melhor do que em 2016, quando terminaram a competição com 19 pódios.

Confira as previsões para a Olimpíada de Tóquio:

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