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Leão ressalta salário, não indica Ronaldinho e o vê fora do Brasil

Por Da Redação 2 jun 2012, 12h02

Emerson Leão trabalhou apenas por alguns meses com um ainda promissor Ronaldinho Gaúcho, em 2000, quando foi técnico do Grêmio. Acompanhou mais o jogador como espectador, desde os tempos como melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 até a confusa recente passagem pelo Flamengo. E avisa: não o indica para ninguém.

‘Não tenho a mínima preocupação em relação a ele e nem o indicaria’, disse o treinador, avisando, contudo, que a volta do bom futebol só depende do meia-atacante. ‘Ele nem precisa da minha indicação. É um jogador conhecido e do mundo. Se quiser, faz da bola o que quer e do físico o que entender. É questão de uma decisão pessoal.’

Decisão pessoal que o atleta teve ao entrar na Justiça para cobrar do Flamengo um valor que, na opinião do comandante do São Paulo, o deixa fora dos planos de qualquer clube brasileiro. ‘Sempre tem alguém para confiar ou dar novo apoio e incentivo. Só que é um atleta muito caro pelo salário. Vi que devem R$ 40 milhões para ele, não temos isso’, argumentou.

‘Nos últimos cinco, seis anos, ele vem sofrendo um desgaste muito grande dentro e fora do campo. É um problema dele, da família, dos empresário e clubes que o contrataram, mas, no Brasil, pelo que aconteceu, é difícil (ele ser contratado)’, completou.

Leão, porém, faz questão de ressaltar que sua opinião é como alguém que acompanhou o astro apenas de longe. ‘Não trabalho e nunca trabalhei com o Ronaldo de forma mais efetiva. Quando fui dirigir o Grêmio, ainda era um jovem e foi muito pouco tempo. Depois ele se tornou um atleta mundial’, lembrou.

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