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Justiça suíça revela que um dos dirigentes detidos aceitou ser extraditado para os EUA

O ex-presidente da CBF José Maria Marin está entre os detidos, mas vem tentando ao máximo evitar a transferência

Por Da Redação 10 jul 2015, 11h52

Um dos sete dirigentes de presos na Suíça como parte de uma investigação sobre corrupção no futebol aceitou ser extraditado para os Estados Unidos, informou a Justiça Federal suíça nesta sexta-feira, sem revelar o nome da pessoa. Segundo as autoridades, a transferência deve ocorrer em um prazo de 10 dias. O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin está entre os presos, mas é pouco provável que se trate do brasileiro, já que seus advogados vêm se esforçando ao máximo para evitar a extradição.

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Além dele, estão detidos o inglês Jeffrey Webb, vice-presidente da Fifa e presidente da Concacaf, o costa-riquenho Eduardo Li, membro dos comitês executivos da Fifa e da Concacaf, o nicaraguense Julio Rocha, diretor de desenvolvimento na Fifa, o grego Costas Takkas, adjunto do gabinete do presidente da Concacaf, o uruguaio Eugenio Figueredo, atual vice-presidente da Fifa, e o venezuelano Rafael Esquivel, membro executivo da Conmebol. Todos são acusados de participação em subornos milionários em contratos entre federações a partir da década de 90.

O ex-presidente da CBF, José Maria Marin, foi detido pela polícia de Zurique, na Suíça
O ex-presidente da CBF, José Maria Marin, foi detido pela polícia de Zurique, na Suíça VEJA

(com agência Reuters)

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