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Jô troca vaga no Atlético por um lugar no time das baladas

Há apenas três meses, atacante disputava a Copa pela seleção. Agora, seu pai diz temer que ele siga a trilha de Adriano – que ainda tenta voltar aos campos

Por Da Redação 17 out 2014, 11h52

“Adriano quer se reencontrar no esporte”, garante o dirigente francês que acredita na recuperação do ex-jogador da seleção brasileira

Dois goleadores altos, canhotos e conhecidos por ter uma vida noturna agitada ganharam destaque no noticiário esportivo desta semana. O atacante Jô, do Atlético-MG, foi afastado pelo clube por indisciplina e deve ser negociado no fim do ano. Sem marcar gols há nada menos de 22 partidas, o atacante – que disputou a Copa do Mundo pela seleção brasileira -, irritou os dirigentes do Atlético na semana passada, quando faltou ao treino de sexta-feira alegando problemas particulares, mas foi flagrado no Rio de Janeiro, em um ensaio de uma escola de samba, ao lado de amigos. Esta não foi a primeira vez que Jô se envolveu em uma situação deste tipo, fato que preocupa seus familiares. “A gente não tem como ficar atrás dele o tempo todo. Daqui a pouco a carreira dele vai ficar igual à do Adriano”, afirmou o pai do atacante, Dario de Assis.

Por coincidência, a declaração aconteceu um dia antes de o Le Havre, clube da segunda divisão francesa, anunciar que pretende dar uma nova chance a Adriano, que está parado desde o início do ano, quando deixou o Atlético-PR após mais uma passagem decepcionante de sua carreira. “Adriano chegará para visitar o clube e conversar conosco nos próximos dias. Já mandamos as passagens de avião. Há um interesse real, e ele já nos confirmou a presença”, afirmou o presidente do Le Havre, Cristophe Maillol, em entrevista ao site Sambafoot. O dirigente revelou a intenção de contar com o atacante de 32 anos a partir de janeiro. “Adriano quer se reencontrar no esporte.” O Imperador tem a carreira marcada por uma mistura de atuações brilhantes e atos de indisciplina, muitas vezes ligados ao seu gosto pelas diversões noturnas. Jô e Adriano, no entanto, teriam que brigar por posição no ataque da seleção dos jogadores mais baladeiros do país. Afinal, os craques que jogam do meio para a frente estão entre os casos mais famosos de atletas que tiveram trajetórias marcadas pela boemia.

(Com Gazeta Esportiva e Estadão Conteúdo)

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