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Jean só lamenta bola na trave e lembra que está sempre à disposição

Por Da Redação - 6 out 2011, 21h13

Titular depois de 35 dias, Jean espera que tenha provado no empate por 3 a 3 com o Cruzeiro que merece mais chances com Adilson Batista. Mas sem polêmica. Mal cotado com o técnico, o jogador foi rápido no caminho para o ônibus da delegação no Aeroporto de Congonhas para dizer que uma nova sequência só depende do chefe.

‘Quando precisar, estou aí para jogar’, disse o camisa 2, acelerando seu passo para aproveitar a proteção de um segurança do clube e logo sentar em seu lugar no veículo. Antes nome frequente nas escalações, ele só foi titular em seis dos 20 jogos sob o comando de Adilson. Em outros seis, ficou no banco sem ter chance de jogar.

Publicamente, o técnico coloca o atleta no nível de seus concorrentes. ‘O Jean está à disposição, assim como o Piris e o Wellington. É importante ter jogadores com condição de entrar e ajudar’, analisou o comandante.

Diante do Internacional, na próxima quarta-feira, Jean tem possibilidade de ser escalado novamente, já que Piris ainda estará a serviço da seleção paraguaia. Wellington, volante que o treinador tem preferido improvisar a escalar Jean na lateral, está de volta, mas deve ser o escolhido para substituir Denilson, que cumprirá gancho por ter sido expulso em Minas Gerais.

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Jean, em entrevista ao site oficial do Tricolor, demonstrou esperança em, pelo menos, ter agradado o treinador por seu desempenho em Sete Lagoas (MG). O desempenho diante do Cruzeiro deixou bastante confiante o jogador que não era titular desde a derrota para o Fluminense no Morumbi, em 31 de agosto.

‘Fico feliz com minha atuação. Fazia muito tempo que eu não jogava e já estava preocupado com a parte física. Pois estava jogando, mas aí fiquei um tempo fora. Eu me cuidei neste período, sempre vigiando meu peso para a parte física não cair’, declarou Jean.

Do jogo dessa quarta-feira, o lateral/volante só lamenta as duas chances criadas por Luis Fabiano, mas não conseguiu colocar nas redes no primeiro tempo – uma foi para fora e outra bateu na trave. ‘Foi uma injustiça esta bola na trave não ter entrado. Procurei caprichar ao máximo, foi minha melhor forma de bater. Mas fico feliz pela minha atuação e espero jogar bem também na próxima oportunidade’, estimou.

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