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Investidor entende que está na hora de o Palmeiras negociar Valdivia

Por Da Redação 11 jun 2012, 13h57

A diretoria do Palmeiras tem esperança de seguir com o meia Valdivia no elenco, mesmo depois do sequestro relâmpago sofrido pelo chileno, mas o investidor que detém 36% dos direitos do jogador entende que chegou a hora de uma transferência. O empresário Osório Furlan Júnior, que ajudou na contratação do atleta, espera recuperar um pouco do que investiu na negociação.

‘Acho que a melhor coisa para o Valdivia e também para mim seria vendê-lo. Estou de acordo com isso, mesmo que não recupere todo meu investimento. Se conseguir 60% ou 70%, já vai ser melhor do que ficar com o jogador se desvalorizando. É uma boa oportunidade para vender. E vimos que não houve danos físicos para ninguém, só na parte mental’, afirmou o empresário, em contato por telefone com a reportagem da GE.Net.

Valdivia foi liberado dos treinos desde que sofreu o sequestro relâmpago, na noite de quinta-feira. De lá para cá, o Mago está com a família no Chile, mas promete se reapresentar na manhã desta terça, na Academia de Futebol.

‘Acho que o que houve pode facilitar a saída dele. Quem não queria abrir mão dele era o Palmeiras, mas, neste quadro, acho que pode negociar. Não estou cuidando disso, mas deve ter proposta por ele, há países interessados’, acrescentou o investidor.

A segunda passagem do Mago pelo Verdão começou em 2010, quando Osório Furlan Júnior ajudou na aquisição dos direitos, que pertenciam ao Al-Ain. Porém, o empresário não conversa com Valdivia desde o ano passado por conta de um desentendimento entre ambos. Inclusive, o desejo do investidor de negociar o chileno já existe há alguns meses, mas o Palmeiras vem mantendo a ideia de segurá-lo até o fim do contrato, em 2015.

Em entrevista à emissora chilena ‘TVN’, na noite de domingo, Valdivia não garantiu sua permanência no Palmeiras, pois relatou que sua esposa não pretende mais morar em São Paulo. Agora, o investidor espera ser chamado pela diretoria alviverde para a reunião que pode definir o futuro do atleta.

‘Vamos aguardar ele voltar e se sentar com a diretoria do Palmeiras. Espero que eles me chamem também, porque não adianta negociarem sozinhos com o Valdivia. Quem tem 36% precisa estar presente. Se me deixarem fora da negociação e decidirem por algo que não concordo, eu digo que não aceito’, concluiu.

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