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Internacional vê São Paulo ‘torturar’ Oscar, mas segue otimista

No Peru, para o duelo decisivo com o Juan Aurich, pela Copa Libertadores da América, o Inter recebeu com indignação a notícia de que o São Paulo deu 90 dias de prazo para Oscar retornar ao time, após nova derrota do meia na Justiça. Nesta quarta-feira, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) indeferiu o pedido de liminar do jogador colorado.

‘O Oscar é um trabalhador que está impedido de exercer sua função. É uma forma de pressão, que eu repudio. Entendo isso quase como tortura, já que estamos há cem dias dos Jogos Olímpicos de Londres. Não deixa de ser um abalo moral’, declarou o presidente do Inter, Giovanni Luigi, à Rádio Gaúcha.

Afora a atitude do São Paulo, o dirigente colorado segue otimista, mesmo após a decisão do TST, Luigi aposta na competência do setor jurídico do Internacional em parceria com os representantes de Oscar para dar um final feliz ao caso.

‘Estamos atentos e temos advogados do mais alto nível cuidando disto. Nós, claramente da capacidade jurídica, temos convicção nos direitos do trabalho brasileiro. Esta questão seguirá na área jurídica do clube’, disse o mandatário.

Oscar deixou o São Paulo após uma disputa trabalhista e passou a defender o Inter em junho de 2010. No entanto, uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, publicada no último dia 21 de março, reativou o contrato do meia com o clube paulista e o impediu de seguir jogando pelo clube gaúcho.

Luigi, agora, rechaçou a possibilidade de, após a viagem no Peru, ir para a capital paulista tentar um novo acordo com o Tricolor.