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Guia da Copa: Chile, A Vermelha

Passar de fase num grupo que conta com as duas melhores seleções da última Copa é missão complicada. A estratégia chilena para causar surpresa nos adversários é atacar. Discípulo do técnico Marcelo Bielsa, o treinador do Chile no Mundial passado, o também argentino Jorge Sampaoli pôs o time para a frente. O ímpeto ofensivo tem seu preço: entre os sul-americanos classificados, a equipe teve a pior defesa junto com o Uruguai, com 25 gols sofridos. Uma coisa é certa: os jogos do Chile não devem ficar no zero a zero.

FIQUE DE OLHO

Alexis Sánchez

25 anos • Barcelona (Espanha)

Se em seu clube, que pagou 26 milhões de euros por seus serviços, ele é um reserva de luxo de Messi e Neymar, na seleção Sánchez reina sozinho. Conhecido por seus dribles, esse atacante de 1,69 metro gosta de receber a bola pela lateral do campo e invadir a área na diagonal. No ano passado, marcou os dois gols da vitória chilena por 2 a 0 sobre a Inglaterra, em Wembley

JOGOS

  • CHILE x AUSTRÁLIA 13 de junho (sex.) – 18h Cuiabá
  • ESPANHA x CHILE 18 de junho (qua.) – 16h Rio de Janeiro
  • HOLANDA x CHILE 23 de junho (seg.) – 13h São Paulo

DESEMPENHO EM COPAS

8 Copas, 29 jogos: 9 vitórias

6 empates

14 derrotas

MELHOR PARTICIPAÇÃO

3º lugar (1962)

RANKING FIFA

13º lugar

CONTRA O BRASIL EM COPAS

3 jogos: 3 derrotas

3 gols a favor

11 gols contra

TREINADOR

JORGE SAMPAOLI

TIME-BASE

Esquema tático: 4-4-2

Bravo – Isla, Medel, González, Mena – Aránguiz, Vidal, Díaz, Valdívia – Vargas, Sánchez

Esta reportagem faz parte do Guia da Copa de VEJA.

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