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Guia da Copa: Bélgica, Diabos vermelhos

Por Da Redação - 16 jun 2014, 18h20

Com a Bélgica dividida por questões étnicas e culturais, o futebol virou um raro caso de união do povo. No que diz respeito à seleção belga, não importa se você é do lado francês ou se é de Flandres, se é de origem imigrante ou não. Quando os Diabos Vermelhos estão em campo, todos torcem por um objetivo comum. Ajudou, claro, o fato de a seleção ter passado a jogar bem. No início do século, o futebol belga estava estagnado, e a federação do país propôs aos clubes que adotassem, desde a base, um mesmo estilo de jogo: o 4-3-3. As equipes aceitaram e, uma década depois, boa parte dos jogadores da seleção mal chegou aos 25 anos e já disputa títulos por grandes times europeus. Apontada como favorita do grupo, a Bélgica vem ao Brasil sem grandes obrigações e como candidata a sensação da Copa.

O CRAQUE

Eden Hazard

23 anos • Chelsea (Inglaterra)

Descrito por Zinedine Zidane como “o craque do futuro”, esse meia-atacante franzino, de apenas 1,70 metro, e bastante criativo consegue mudar o rumo de uma partida com um toque simples, uma arrancada imprevisível ou um drible rápido. Ambidestro, Hazard joga no ataque da seleção e troca de lado com frequência para confundir o adversário.

JOGOS

  • BÉLGICA x ARGÉLIA 17 de junho (ter.) – 13h Belo Horizonte
  • BÉLGICA x RÚSSIA 22 de junho (dom.) – 13h Rio de Janeiro
  • COREIA DO SUL x BÉLGICA 26 de junho (qui.) – 17h Belo Horizonte

FIQUE DE OLHO

Romelu Lukaku

21 anos • Everton (Inglaterra)

Fã de Drogba, de quem imita o estilo, é um dos mais temidos atacantes da Inglaterra. Tem 1,90 metro e se destaca pela força física, pelo bom posicionamento e pela pontaria.

DESEMPENHO EM COPAS

11 Copas, 36 jogos: 10 vitórias

9 empates

37 derrotas

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MELHOR PARTICIPAÇÃO

4º lugar (1986)

RANKING FIFA

12º lugar

CONTRA O BRASIL EM COPAS

1 jogo: 1 derrota nenhum gol a favor

2 gols contra

TIME-BASE

Esquema tático: 4-3-3

TREINADOR

Marc Wilmots, 45 anos

Ex-meia, assumiu a Bélgica em 2012, depois de três anos como assistente técnico. Foi também senador no país.

Esta reportagem faz parte do Guia da Copa de VEJA.

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