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GP do Bahrein segue ameaçado por repressão no país

Jornal britânico afirma que os dirigentes da Fórmula 1 evitam comentar sobre as manifestações no pais para não aumentar a pressão

Por Da Redação 14 fev 2012, 08h02

Apesar da resistência de Bernie Ecclestone, presidente da Fórmula 1, em admitir o cancelamento do GP do Bahrein pelo segundo ano consecutivo, a repressão no país pode impossibilitar a realização da prova no circuito de Sakhir. As informações são do jornal britânico The Guardian.

Nesta segunda, manifestantes saíram às ruas no Bahrein para protestar, e manifestação foi reprimida com violência. Problemas como este preocupam os organizadores da Fórmula 1 e ameaçam a realização do GP, marcado para o dia 22 de abril. “A cúpula da Fórmula 1 está se mantendo longe porque não quer ser parte da crescente pressão e especulação”, afirmou o jornalista Paul Weaver. “O trânsito ficou parado na avenida principal da capital e havia latas de gás lacrimogênio, balas de borracha e pedras espalhadas pelas ruas”, informou a agência Reuters sobre o protesto. Ano passado, a mesma situação de instabilidade política interferiu na mais famosa categoria do automobilismo e os dirigentes optaram pelo cancelamento da corrida. Na ocasião, o GP do Bahrein seria a abertura da temporada, transferida para Melbourne, na Austrália. (Com agência Gazeta Press)

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