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Givanildo Oliveira lamenta derrota e culpa ‘excesso de lesionados’

Por Da Redação 1 ago 2012, 16h03

O técnico Givanildo Oliveira lamentou o revés do América-MG, diante do Joinville, em pleno Independência, estádio que o Coelho ainda não havia perdido na Série B do Campeonato Brasileiro. Mesmo com a derrota, o treinador americano mantém a confiança no grupo de jogadores e sua convicção no trabalho realizado pela comissão técnica.

Givanildo Oliveira coleciona experiências de sucessos na Série B, com o próprio América-MG, e entende que a equipe tem totais condições de se recuperar rapidamente, para se manter entre os quatro primeiros colocados. O principal problema detectado pelo treinador é a perda de muitos jogadores nos últimos jogos, o que enfraquece até mesmo a formação do banco de reservas.

‘Eu acho que todo o time sente quando perde jogadores. No momento em que se perde três ou quatro jogadores, o banco também acaba enfraquecendo. Mas o nosso grupo é forte. Nós não vamos jogar a tolha e achar que está tudo perdido. Podemos voltar a jogar bem e a ganhar, principalmente’, declarou.

Givanildo reconhece que a equipe vem sofrendo muito com a ausência de alguns jogadores, principalmente do armador Rodriguinho, mas não tem dúvida na recuperação do time nos próximos jogos. ‘O América-MG sente essas ausências. Acho que todo time que perde jogador como foi no jogo passado, contra o Boa Esporte, numa competição forte como essa, sofre para conseguir bons resultados. No momento que você perde jogadores, você também enfraquece o banco de reservas. É uma situação muito complicada’, comentou.

Além dos atletas que ficaram fora do duelo contra os catarinenses por motivo de lesão, Givanildo teve que administrar uma inesperada situação. O volante Dudu, o lateral Boiadeiro e o meia Gilberto reclamaram dores no final do primeiro tempo. Mesmo assim eles voltaram para a etapa complementar, para evitar que o treinador queimasse as três substituições de uma única vez.

‘Nós tivemos 35 minutos bons no jogo, sem tomar susto nenhum. Nos dez minutos finais começamos a ter problemas. No vestiário, tivemos vários jogadores com dores. Fui perguntando durante o segundo tempo quem ainda aguentava a jogar, mas eles não tinham dado um único chute no Neneca. Só que o Joinville cresceu no segundo tempo, mudando sua movimentação. Começamos a sentir o peso e não criamos. Tivemos dificuldades e o time perdeu força e chegada. Por isso aconteceu a derrota’, disse.

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