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Fonte Nova: administrador nota falhas e pede cooperação

Apesar da boa estreia, responsável por novo estádio baiano promete ajustes

Por Da Redação - 8 abr 2013, 08h26

“É um dia especial. O fato de haver um ou outro problema não quer dizer que o estádio não esteja acabado. Se fosse assim, ninguém estaria aqui hoje”, disse o executivo

O responsável pela administração do novo estádio de Salvador acordou cedo para ir ao local acompanhar de perto o clássico entre Bahia e Vitória, no domingo. Preocupado com os ajustes finais na Arena Fonte Nova, que será sede da Copa das Confederações deste ano e da Copa do Mundo de 2014, o presidente da empresa criada para gerenciar o local, Frank Alcântara, chegou a se agachar para recolher um parafuso esquecido no chão. Também pediu aos funcionários que secassem uma parte molhada do piso e que orientassem torcedores que pareciam perdidos. A estreia foi bem avaliada, mas Alcântara acredita que a experiência de ir à Fonte Nova será ainda melhor daqui para frente.

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“Não prometi uma arena livre de falhas dessa natureza, e sim uma moderna, pronta para grandes espetáculos. A gente vai melhorar o resto com o tempo. Estou pedindo para as pessoas chamarem os nossos orientadores e relatarem os eventuais problemas que encontrarem. Foi com essa intenção que distribuímos panfletos com recomendações para o público”, explicou. O próprio presidente da Arena Fonte Nova não quis omitir as falhas que observou na abertura. “Acompanhei pessoalmente a entrada do público na catraca norte e vi que demorou um pouquinho a mais para abrir. Mas foi tranquilo. Havia apenas algumas pessoas que queriam ser as primeiras a entrar. No setor sul, alguns torcedores não sabiam o seu portão de acesso, mas tudo estava sinalizado.”

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Alcântara se disse satisfeito com algumas providências tomadas para aumentar o conforto do público. “Distribuímos água e pipoca para quem estava nas filas. O atraso que presenciei durou aproximadamente 25 minutos e foi por questão de posicionamento, mas não provocou incômodo”, garantiu. O executivo só não gostou de ouvir a reclamação de que um dos seus 700 orientadores alegou estar em treinamento diante das catracas. “Tenham dó. Se existir alguém sendo treinado agora, na hora do jogo, eu me mato. Isso não aconteceu. De forma alguma”, rebateu. O balanço final, porém, foi positivo para Alcântara. “É um dia especial. O fato de haver um ou outro problema não quer dizer que o estádio não esteja acabado. Se fosse assim, ninguém estaria aqui hoje. Estou feliz.”

(Com agência Gazeta Press)

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