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Fluminense encara seu ex-treinador pela primeira vez

Por Da Redação - 24 ago 2011, 08h36

Por Leonardo Maia

Rio – Quando Fluminense e Santos se baterem na Vila Belmiro, nesta quarta-feira, às 20h30, em jogo adiado da oitava rodada do Campeonato Brasileiro, muito ressentimento vai estar no ar. Pelo menos no que toca os tricolores, a conturbada saída de Muricy Ramalho, atualmente no comando do time santista, deixou nódoas nas Laranjeiras. Vencer o antigo técnico é questão de honra para o torcedores.

Quanto aos jogadores, esses garantem que águas passadas não movem moinho. “Não temos que comprar barulho do torcedor. Temos que fazer nossa parte em campo independentemente do que ele (Muricy) falou do clube. O torcedor quer ver o Flu vencendo, seja contra quem for”, comentou o lateral-direito Mariano, em referência às críticas de Muricy com relação à falta de estrutura do clube carioca.

Além do sentimento amargo, existe ainda o de revolta. O técnico Abel Braga ainda não digeriu a mudança da partida para esta quarta. À época da oitava rodada, no começo de julho, o Santos tinha vários desfalques, entre eles Neymar e Paulo Henrique Ganso, em razão das seleções principal e sub-20.

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Para o ex-zagueiro, mais do que marcar Neymar é preciso evitar que as bolas cheguem a ele, especialmente as que saem dos pés de Paulo Henrique Ganso. “O Ganso na organização é um gênio. É um Gerson, coloca a bola onde quer”, elogiou o treinador.

Seja como for, fato é que a vitória é importante por outros motivos além da rivalidade pessoal com Muricy Ramalho ou o descontentamento com a mudança do calendário. Um triunfo elevaria o Fluminense à sétima colocação, com 28 pontos, e deixaria o Corinthians e seus 37 pontos mais nítidos no para-brisa tricolor.

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