‘Fiquei de queixo caído’, diz surfista da maior onda já surfada por uma mulher no Brasil
Atleta alcançou o feito ao decidir surfar após ter o voo cancelado
A surfista Michaela Fregonese diz ter ficado “de queixo caído” após uma sessão de surfe. O motivo impressiona: em 11 de maio, ela surfou uma onda de 12,25 metros na Laje da Jagua, em Jaguaruna (SC), considerada a “Nazaré brasileira”. O feito é agora considerado a maior onda já surfada por uma mulher no Brasil.
Um ciclone havia passado pela cidade pouco tempo antes, o que garantiu à atleta e a outros surfistas a possibilidade de surfarem ondas gigantes. Michaela disse ao ge que a onda que garantiu o recorde foi a primeira do dia. Ela estava na cidade para um campeonato de remada e ficou mais tempo do que deveria após ter o voo cancelado, fato que garantiu a possibilidade de surfar a onda recordista.
A ondulação, analisada pelo oceanógrafo Douglas Nemes, alcançou 12,25 metros de altura e cravou o recorde brasileiro da maior onda já surfada por uma mulher. O recorde de maior onda geral continua com Lucas Chumbo, que alcançou o topo de uma onda com 14,82 metros.
Após a sessão de surfe, Michaela declarou que foi “privilegiada” pela onda. “Tava todo mundo falando: ‘nossa, você pegou o recorde’. Só que assim, você surfando é uma coisa, mas depois que vi a imagem fiquei de queixo caído. Realmente foi uma onda muito grande e difícil de surfar”, explicou.
Michaela Fregonese é atleta de surfe, referência no Big Surfe Mundial aos 45 anos. Já foi campeã mundial do Big Wave Challenge, em 2025, em que venceu também nas categorias “Onda do Ano” e “Maior Onda do Ano”. Os feitos e carreira de Michaela a colocam entre os grandes surfistas de ondas grandes do planeta.





