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Fim das oitavas tem drama, recordes e líderes classificados

Segunda fase teve jogos emocionantes e cinco decisões na prorrogação

Os jogos das oitavas de final da Copa do Mundo no Brasil foram marcados pelo sofrimento das seleções favoritas. Depois da dramática classificação brasileira diante do Chile, no Mineirão, holandeses, argentinos e alemães também garantiram suas vagas no sufoco. Tanta emoção garantiu um recorde: cinco dos oito jogos foram para a prorrogação, a maior marca desde 1938, quando o número foi igual em toda a competição. Além disso, a primeira rodada de mata-mata deste Mundial terminou com uma curiosidade: todas as equipes que terminaram a primeira fase na liderança de seus grupos avançaram às quartas de final. No entanto, o equilíbrio nesta fase refletiu em baixa na média de gols: foram 18 bolas na rede, em oito partidas (média de 2,25 gols de média). Na primeira fase, a média foi 2,83 gols.

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Nas oitavas, favoritos sofrem diante de rivais ousados

O número de gols foi reduzido também graças às incríveis atuações dos goleiros. Se Júlio César foi o herói da classificação brasileira no Mineirão, o argelino Rais M’Bolhi, o suíço Diego Benaglio e, sobretudo, o americano Tim Howard se despediram do Mundial com atuações quase impecáveis. Contra a Bélgica, Howard foi um verdadeiro paredão: estabeleceu um novo recorde, com 16 defesas em uma única partida. Ele, no entanto, não evitou os gols belgas na prorrogação. No ataque, o grande destaque foi o colombiano James Rodríguez, que marcou duas vezes contra o Uruguai e assumiu a artilharia da competição com cinco gols. Neymar, Lionel Messi, Thomas Müller e Robben passaram em branco, mas ajudaram suas seleções a avançar e seguem na briga pelo prêmio de craque do torneio.

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