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Fifa informa que foram vendidos quase 3 milhões de ingressos

Torcedores brasileiros adquiriram 60% do total de entradas disponíveis; americanos lideram o ranking internacional

Segundo comunicado divulgado pela Fifa nesta quinta-feira, foram recebidos mais de 11 milhões de solicitações de ingressos e 2.961.911 foram vendidas. “Nunca tínhamos vendido tantos ingressos para o público geral e para nós isso foi importante. A partida de abertura e a final tiveram uma demanda até dez vezes maior do que a oferta”, disse o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

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No total, 1.363.179 bilhetes foram adquiridos por brasileiros – 60% do geral. Os Estados Unidos lideram o ranking internacional, com 196.838 entradas, seguidos de Argentina (61.021), Alemanha (58.778), Inglaterra (57.917), Colômbia (54.477), Austrália (52.289), Chile (38.638), França (34.865) e México (33.694). Ainda restam poucos ingressos para 27 dos 64 jogos, com exceção das partidas de abertura, final e semifinais. No entanto, torcedores não devem perder a esperança já que existe o canal de revenda de entradas no site da Fifa e compras não concluídas ainda podem resultar em novos ingressos à venda.

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A Fifa também revelou que antes do pontapé inicial da abertura da Copa, no Itaquerão, com o jogo entre Brasil e Croácia, três crianças, cada uma carregando uma pomba branca, entrarão em campo, caminharão até o centro do gramado e soltarão os animais, para simbolizar a paz e o início oficial do torneio. Além disso, a entidade vai implementar no Mundial uma nova estratégia contra o doping. Todos os jogadores de todas as seleções serão examinados, por meio de sangue e urina, antes do início da competição e será criado um perfil biológico de cada um. Os tradicionais exames antidoping após as partidas também vão continuar sendo realizados.

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Ação social – A Fifa lançou nesta quinta-feira uma campanha nas redes sociais contra o racismo no futebol. A entidade pediu a todos os torcedores que publiquem mensagens com a hashtag #SayNoToRacism para que todos se unam contra a discriminação. “Graças à sua popularidade, o futebol é uma ferramenta poderosa para espalhar a mensagem de que o racismo não tem lugar no esporte ou na sociedade”, disse o presidente da Fifa, Joseph Blatter.